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És a nossa Fé!

Rescaldo do jogo de hoje

Gostei

 

Do domínio absoluto do Sporting neste desafio. Vencemos o Marítimo pela margem mínima, mas foi quanto bastou para sacarmos os três pontos e seguirmos em frente. Num jogo de sentido único, de pressão constante sobre a baliza adversária e de muitas oportunidades perdidas. Um desafio que merecíamos ter vencido por margem muito dilatada. O triunfo foi suado e sofrido, mas mais que justo.

 

Do regresso às vitórias em Alvalade. Este 1-0 contra o Marítimo acontece após um empate caseiro contra o FC Porto e a humilhante derrota sofrida contra o Ajax para a Liga dos Campeões, também no nosso estádio. Assim é muito melhor. 

 

De Porro. Volta a ser decisivo, pelo segundo desafio consecutivo. E da mesma forma: na conversão impecável de um pontapé de penálti. Sem tremer, sem vacilar, sem hesitar, meteu-a lá dentro aos 90'+8. Alguns adeptos já desesperavam, mas aconteceu ainda a tempo. Sem favor algum, o internacional espanhol merece ser destacado como melhor em campo. Grandes cruzamentos aos 622' e aos 62'. Melhorou mais ainda a sua prestação a partir do minuto 71, quando Sarabia saiu e ele avançou para extremo direito. Aos 74', enviou um míssil ao poste: merecia ter sido golo.

 

De Palhinha. Outra exibição irrepreensível, sobretudo na primeira parte, em que foi o melhor dos nossos. Recuperações sucessivas aos 7', 9', 14', 25' e 37'. Aos  54', quase marcou em jogada de insistência, de um ângulo muito apertado. Imprescindível no onze leonino. 

 

De Coates. Com ele em campo, a nossa defesa nunca se desequilibra. E Adán até tem uma vida mais descansada: a bola raras vezes lhe chega, como desta vez voltou a acontecer. O nosso capitão é claramente o representante do treinador em campo. Quando chegou o momento de avançar linhas, ele deu ordem de comando aos colegas. Voltou a terminar o desafio como ponta-de-lança, plantado na grande área adversária, como aconteceu em vários desafios decisivos da época passada. E a verdade é que esse foi o período em que conseguimos ser mais acutilantes lá na frente, dando a volta ao jogo.

 

Das substituições. Rúben Amorim mexeu bem na equipa. E a verdade é que a reviravolta aconteceu graças a um dos jogadores que saltaram do banco: Jovane (em campo desde os 71'), carregado em falta dentro da grande área num lance que conduziu à expulsão do guarda-redes quando o Marítimo já tinha esgotado as substituições. Daniel Bragança, igualmente em campo desde o minuto 71 (rendendo Matheus Nunes), também teve bons apontamentos. Tiago Tomás, Tabata e Esgaio cumpriram.

 

Do golo tardio. É verdade que assim sofremos muito mais, mas assim as vitórias acabam por ser ainda mais saborosas. E lembram-nos o que foi acontecendo na temporada 2020/2021, quando nos sagrámos campeões nacionais após um jejum de 19 anos.

 

De termos ficado invictos. Outro jogo sem qualquer golo sofrido. É um excelente indício de que continuamos a manter a rota que tanto sucesso teve na época anterior e nos conduziu a três títulos e troféus entre Janeiro e Julho.

 

De ver o estádio tão composto. Nas bancadas, 18.741 espectadores. Numa fase - felizmente quase a terminar - em que ainda só é possível ter público em metade dos lugares disponíveis. No próximo jogo em casa haverá certamente mais gente.

 

Do recorde batido por Rúben Amorim. A partir de hoje, o actual treinador leonino é o técnico português com mais jogos seguidos sem derrotas no campeonato ao serviço do Sporting: 27. Superando um máximo estabelecido por Paulo Bento. Melhor que ele só o inglês Randolph Galloway, imbatível durante 33 jogos em 1953. Quando ainda actuavam quatro dos cinco violinos: Albano, Vasques, Travassos e Jesus Correia.

 

 

Não gostei

 

Da bola que não foi entrando. Uma vez mais, um festival de golos desperdiçados. Quatro vezes por Nuno Santos (22', 26', 36', 46'), outra por Palhinha (54'), outra por Porro (74') e ainda uma por Tiago Tomás em posição frontal (89'). Uma vez à barra, outra ao poste. Assim fica mais difícil. 

 

Do empate nulo ao intervalo. Nada merecido, mas este resultado da primeira parte castigava por um lado a falta de pontaria dos nossos rematadores e por outro lado premiava o bom desempenho do guarda-redes do Marítimo, Paulo Victor.

 

De Vinagre. Volta a ser o elemento menos positivo do onze titular. Pouco ofensivo, nervoso, sem capacidade de desequilíbrio, fugindo ao confronto individual, errando nos cruzamentos. Foi o primeiro a sair, logo aos 58'. Faz-nos sentir saudades de Nuno Mendes.

 

De Sarabia. Ainda muito desligado da dinâmica colectiva. Bons passes para Nuno Santos, aos 25' e aos 36'. Ia marcando aos 41', num tiro que rasou o poste. Mas falta intensidade ao internacional espanhol, que se apaga em momentos essenciais. Deu lugar a Jovane, aos 71'.

 

De Paulinho. Sim, é combativo. Sim, pressiona lá na frente. Mas terminou outra partida em branco. Pior: fez apenas um remate em 106 minutos efectivos de jogo - contando com o tempo extra das duas partes. É muito pouco para um ponta-de-lança.

 

Das ausências de Gonçalo Inácio e Pedro Gonçalves. Fazem falta.

 

Do relvado. Francamente em mau estado. Difícil de entender: o novo tapete verde foi instalado no início da época e estamos longe do Inverno. Como é que ficou assim?

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