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És a nossa Fé!

Rescaldo do jogo de hoje

Gostei

 

Da entrada em grande do Sporting na Liga 2021/2022. Atitude de campeão que sonha revalidar o título, conquistando o primeiro bicampeonato do futebol leonino desde 1954. Sobretudo na segunda parte, em que foram marcados os nossos três golos em casa contra o Vizela. Desempenho brilhante do colectivo treinado por Rúben Amorim, que não abrandou o ritmo atacante mesmo quando já vencíamos por margem confortável.

 

Do regresso do público. Dezassete meses depois, 516 dias depois, o estádio José Alvalade voltou a ter público nas bancadas. Cerca de 10 mil adeptos nos lugares disponíveis, vários dos quais agora integralmente verdes. Foi um momento por que há muito esperávamos, este de podermos aplaudir ao vivo os nossos campeões - incentivados fervorosamente do princípio ao fim. Não podia haver melhor maneira de assinalar o 18.º aniversário da inauguração do actual estádio.

 

De Pedro Gonçalves. Melhor jogador em campo. Nenhum fez a diferença como ele - desde logo ao apontar os dois primeiros golos do Sporting, que foram também os dois primeiros golos do novo campeonato, contribuindo como nenhum outro para estes três pontos iniciais da equipa campeã. Marcou aos 48', com um primoroso chapéu ao guarda-redes, a passe de Paulinho após recuperação de Palhinha. Dezasseis minutos depois, aos 64', assinou uma obra de arte após cruzamento de Esgaio, com óptima recepção na grande área e remate muito bem colocado de pé direito, à meia-volta, sem a menor hipótese para Charles. Já leva três golos marcados em dois jogos oficiais. Tem claramente a ambição de voltar a sagrar-se rei dos goleadores no campeonato.

 

De Paulinho. Não dá espectáculo, dirão. Mas é um elemento cada vez mais influente no nosso onze titular. Sai deste jogo com um golo - o nosso terceiro, aos 74', com soberba assistência de Nuno Santos - e uma assistência. Trabalha muito para a equipa, abrindo espaços, arrastando marcações. Bom cabeceamento aos 26', para defesa apertada do guardião forasteiro.

 

De Vinagre. Estreia absoluta de verde e branco na equipa principal do Sporting - e logo como titular, colmatando ausência de Nuno Mendes por lesão. Desempenho muito positivo do ala esquerdo emprestado pelo Wolverhampton. Dinâmico, veloz, com bom drible, sem receio dos duelos individuais. Cruzamentos muito bem medidos aos 22' e aos 26'. É ele quem inicia o terceiro golo, com um passe vertical que desmarcou Nuno Santos, numa fase do jogo em que já acusava alguma fadiga física.

 

De Esgaio. No corredor direito, também ele cumpriu com distinção. Como reforço do Sporting, clube que o formou e a que regressa quatro anos depois. Com Porro ausente por lesão, foi dono e senhor da sua ala, tanto no plano defensivo como ofensivo. Cruzamentos dignos de nota aos 12', 30', 53' e 63'. Ponto alto desta exibição: a assistência para o segundo golo, servindo Pedro Gonçalves com boa execução técnica e excelente visão de jogo.

 

De ver a nossa baliza inviolada. Adán fez uma única defesa complicada, quando se viu forçado a socar uma bola aos 71'. O trio de centrais - Gonçalo Inácio, Coates e Feddal - comportou-se da melhor maneira, ao nível a que habituou os adeptos na época passada. 

 

Da consistência colectiva do Sporting. Jogo desenrolado ao primeiro toque, constantes aberturas de linhas de passe, atenção permanente às dobras, pressão intensa no portador da bola sem deixarmos a equipa adversária em posse mais que uns segundos. Entramos neste campeonato melhor ainda do que há um ano. Ninguém se iluda: existe treino muito competente por detrás disto.

 

De Rúben Amorim. O treinador entra com o pé direito neste regresso a casa, com nova competição já em marcha. Pormenor a destacar: nunca perdeu um jogo em Alvalade desde que orienta a equipa principal do Sporting.

 

Da ovação a Jorge Fonseca ao intervalo. O nosso campeão olímpico, bronze no judo em Tóquio, exibiu a medalha recém-conquistada nos Jogos Olímpicos tanto no relvado como nas bancadas. Recebeu merecida chuva de aplausos e um pequeno banho de multidão.

 

 

Não gostei

 

Do empate a zero que se mantinha ao intervalo. Boa réplica do Vizela neste seu regresso à primeira divisão do futebol português 36 anos depois, o que dificultou a nossa capacidade ofensiva nos 45 minutos iniciais.

 

De Jovane. Não foi a sua noite - longe disso. Pela primeira vez na carreira, enquanto profissional, falhou a marcação de uma grande penalidade atirando por cima, a rasar a barra. Foi aos 32', o que pareceu afectá-lo em termos anímicos. Aos 45'+1 desperdiçou outra oportunidade, rematando ao lado. No minuto seguinte, atirou para a bancada. Bem substituído por Nuno Santos aos 68'.

 

Da lentidão das decisões do VAR. Foi muito demorada, a análise do vídeo-árbitro Nuno Almeida ao nosso terceiro golo, apontado por Paulinho. Que foi de uma legalidade irrepreensível. Não havia necessidade de manter o jogo interrompido por tanto tempo.

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