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És a nossa Fé!

Rescaldo do jogo de hoje

Não gostei

 
 

De terminar o campeonato com uma derrota. Podíamos ter saído do Dragão com três pontos. Esteve quase a acontecer: aos 79', vencíamos por 1-0. Infelizmente deixámos a equipa adversária dar a volta ao resultado, com golos de Danilo e Herrera quase ao cair do pano. Do mal o menos: estávamos em terceiro antes deste clássico, mantivemo-nos em terceiro na despedida do campeonato 2018/2019. Na primeira volta, em Alvalade, tinha-se registado um empate a zero frente ao FCP. Falta o mais importante: a final da Taça, daqui a uma semana. Também contra o Porto.

 

De jogar com menos um durante mais de uma horaFábio Veríssimo, em decisão do vídeo-árbitro Luís Ferreira, exibiu o cartão vermelho a Borja aos 19', desfalcando ainda mais a nossa defesa - já sem Coates e Ristovski, ausentes por castigo. Apesar disto, a equipa deu uma boa resposta, unindo-se no essencial e adiando o mais possível o resultado negativo que se registou no final.

 

De Bruno Gaspar. Voltou a ser titular, após longa lesão, entrando no onze devido à ausência forçada de Ristovski. Muito intranquilo nos minutos iniciais, em que se viu ultrapassado mais de uma vez por Soares e Marega, cometeu um enorme disparate aos 17', num atraso mal medido e totalmente desnecessário: deixou a bola à mercê de Corona, obrigando Borja a cometer a falta que levou à expulsão. Voltou a demonstrar que não tem categoria para integrar o plantel leonino.

 

Da nossa inoperância ofensiva na primeira parte. Nem um só remate leonino à baliza da equipa anifitriã. Nem o facto de termos jogado mais de metade desse tempo com menos um pode servir de desculpa.

 

Do quarto de hora final. Fomos incapazes de segurar a vitória tangencial no momento de maior pressão do FC Porto, quando Danilo já tinha feito embater uma bola na barra, aos 73': seis minutos depois, numa jogada de insistência, o internacional português marcou mesmo e aos 87' o capitão mexicano dos portistas virou o resultado, fixando o 2-1 final. Destaque pela negativa, neste último lance, para Ilori, então a actuar como lateral direito, perdendo o duelo com Herrera.

 

Da agressão de Corona a Acuña, quase no fim. Felizmente o árbitro mostrou-lhe o vermelho: o mexicano ficará fora da final no Jamor.

 

Das poupanças em dose mínima. Marcel Keizer limitou-se a deixar no banco Raphinha, substituído por Diaby, e Wendel, que deu lugar a Petrovic. Podia ter evitado que outros jogadores se desgastassem - nomeadamente Acuña e Bruno Fernandes. Já a pensar na final da Taça - objectivo supremo do Sporting para culminar a época.

 

Deste fim de ciclo. Com esta derrota, pusemos fim a um longo período de 14 jogos sem perder.

 

 

 

Gostei

 

 

De Mathieu. Exibição impecável do central francês, novamente o melhor Leão em campo. Patrão incontestado da nossa defesa, cortou tudo quanto havia para cortar (30', 59', 65', 70', 71'). Aos 85', salvou um golo na linha de baliza, num salto providencial que lhe permitiu travar de cabeça uma bola que se encaminhava para o canto superior esquerdo das nossa redes. Espero que permaneça em Alvalade na próxima temporada.

 

De Renan. Três enormes defesas do nosso guarda-redes foram adiando os golos do FCP e enervando a equipa treinada por Sérgio Conceição. Aos 42', voou para impedir que Herrera concretizasse de livre directo. Aos 78', impediu Danilo de marcar num remate rasteiro. Aos 84', travou com o pé esquerdo um tiro de Aboubakar à queima-roupa. Sem culpa nos golos. Exibição muito positiva.

 

De Luiz Phellype. Confirma-se: temos goleador. O brasileiro que foi reforço de Inverno marcou o oitavo, iam decorridos 61', pondo o Sporting em vantagem. Saiu aos 68', dando lugar a Bas Dost, para evitar maior desgaste físico. Mas parece certo que será ele o titular como ponta-de-lança na final da Taça.

 

De Acuña. O argentino voltou a fazer duas posições. Começou como ponta esquerda e recuou para lateral após a expulsão de Borja. Mais contido do que é habitual, manteve no entanto a qualidade técnica e posicional a que nos habituou. É ele quem constrói o nosso golo, em dois tempos: ao recuperar a bola e iniciar a manobra atacante e ao assistir para o remate vitorioso de Luiz Phellype. Seria óptimo que - ele também - permanecesse de verde e branco na próxima época.

 

Que Raphinha e Wendel tivessem sido poupados. Antes assim: estarão mais frescos para alinhar no sempre difícil relvado do Jamor.

 

Do nosso grau de aproveitamento ofensivo. Uma oportunidade, um golo concretizado. Oxalá esta percentagem acontecesse com muito mais frequência.

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