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És a nossa Fé!

Rescaldo do jogo de hoje

Gostei

 

Que o Sporting tivesse vencido o difícil dérbi desta noite em nossa casa. Derrotámos por 2-1 o Belenenses SAD que, muito bem orientado por Jorge Silas, nos deu boa réplica. Mas o nosso triunfo é incontestável: os três pontos moram com justiça em Alvalade. Já somamos 34 nesta Liga 2018/2019. Este resultado tem mérito acrescido pois o Belenenses era até hoje uma equipa sem derrotas fora de casa e a segunda menos batida no campeonato.

 

De Miguel Luís. Foi, para mim, o melhor em campo. Assegurou a ligação entre sectores, no miolo do terreno, e cumpriu com zelo a missão. Recuperou bolas, fez passes bem medidos, foi sempre muito combativo - e sobretudo marcou um grande golo, aos 80'. O golo do 2-1, que nos valeu os três pontos, com um disparo fortíssimo à entrada da área, sem hipóteses para o guarda-redes Muriel. O primeiro golo que este jovem da nossa formação marca para o campeonato.

 

De Bruno Gaspar. Outra estreia a marcar pela equipa principal do Sporting. Aos 57', com um remate bem colocado após exímia assistência de Diaby, que temporizou o lance à espera de que o colega que subia pela ala direita lhe abrisse uma linha de passe. Um golo que recompensa a acção esforçada do lateral que o Sporting foi buscar à Fiorentina.

 

De Acuña. A acutilância de sempre: nunca vira a cara à luta. O argentino foi um dos sportinguistas mais em destaque nesta partida, tanto no plano ofensivo, onde esteve quase a marcar com um grande remate logo aos 8', como no plano defensivo, protagonizando cortes cirúrgicos, em momentos de grande perigo, aos 31' e 44'.

 

Dos regressos de Wendel e Nani. É bom vê-los recuperados, após um período de afastamento por lesão. Ambos cumpriram, embora ainda longe do fulgor físico revelado noutras circunstâncias. Wendel foi o médio criativo de serviço, procurando compensar a ausência de Bruno Fernandes. Nani usou, como de costume, a sua experiência em benefício da equipa, sobretudo em dois lances cruciais: aos 35', levou a bola a embater no poste; aos 57', é ele quem inicia a jogada do nosso primeiro golo.

 

De Petrovic. Marcel Keizer deu-lhe ordem para entrar aos 73', rendendo Wendel. O sérvio mostrou-se em bom plano, revelando até pormenores técnicos que foram sublinhados com aplausos das bancadas. Essencial para dar estabilidade à organização defensiva do Sporting num momento em que o Belenenses SAD acentuava a pressão no meio-campo.

 

Da assistência em número razoável. Hoje havia 30.054 espectadores em Alvalade. Nada mau atendendo ao facto de haver muita gente ainda de férias e de o jogo ter começado às 18 horas, em dia de trabalho.

 

Do registo muito positivo de Marcel Keizer. Desde que chegou ao Sporting, há menos de dois meses, o técnico holandês conduziu a nossa equipa em dez jogos oficiais, com este balanço muito favorável: nove vitórias, sete goleadas, 36 golos marcados. Números que reflectem um futebol ofensivo muito do agrado dos adeptos leoninos.

 

De termos recuperado o segundo lugar no campeonato. Ultrapassámos o Benfica, que ontem perdeu 0-2 em Portimão e hoje rescindiu contrato com o treinador Rui Vitória, e continuamos acima do Braga. A depender só de nós, à espera do confronto que teremos em breve com o FC Porto, líder da Liga portuguesa.

 

 

 

Não gostei

 

 

Que tivéssemos sofrido um golo mesmo ao cair do pano. Começa a tornar-se tradição com Keizer ao leme da equipa: até agora só por uma vez chegámos ao fim de uma partida com as nossas redes intactas. Hoje deixámos o Belenenses marcar aos 90'. O 2-1 até é um resultado que corresponde de modo mais fiel ao que se desenrolou em campo, mas parece-me inegável que devemos melhorar a organização defensiva.

 

Do resultado ao intervalo. Permanecia o empate a zero inicial, premiando o dispositivo táctico da equipa representativa da SAD de Belém. Que até nos mandou uma bola ao poste, iam decorridos 31'. Nesse aspecto também se registava empate, pois quatro minutos depois foi a nossa vez de levar uma bola a embater no ferro da baliza.

 

Da ausência de Bruno Fernandes. Enfim, o nosso médio ofensivo titular ficou de fora - devido à acumulação de cartões amarelos. A equipa ressentiu-se desta ausência: faltou alguma criatividade no nosso meio-campo, não inteiramente compensada pelas exibições positivas de Miguel Luís e Wendel.

 

De ver Bas Dost tão desperdiçado. O internacional holandês passou o jogo inteiro sem dispor de uma só oportunidade de golo: os colegas não puderam ou não souberam municiá-lo como ele tanto gosta. Este foi, assim, um dos raros desafios em que o nosso ponta-de-lança ficou em branco.

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