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És a nossa Fé!

Rescaldo do jogo de hoje

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Gostei

 

Da vitória  caseira sobre o Portimonense, por 2-0. Domínio leonino absoluto do princípio ao fim num jogo em que o Sporting só pecou por desperdiçar várias oportunidades de golo. Somámos mais três pontos na corrida ao título frente a uma equipa que esteve a ganhar nos confrontos da Luz e do Dragão.

 

Da exibição.  Boa organização colectiva leonina, com todos os elementos devidamente posicionados e uma dinâmica adequada ao adversário, cuja manobra soubemos sempre condicionar, reagindo da melhor maneira nas situações de perda de bola. Desta vez não jogámos só para o resultado, mas também para a nota artística. Como Jorge Jesus tanto gosta. E como os adeptos exigem.

 

De Podence. A melhor partida do jovem médio ofensivo desde que chegou à equipa principal do Sporting, revelando inegável qualidade técnica. Protagonizou a primeira oportunidade de golo, logo aos 2'. Foi dele a assistência para o golo inaugural, aos 9', desenhando uma diagonal perfeita à qual Bruno Fernandes deu a melhor sequência. Autor de vários cruzamentos para as costas da defesa que levavam o selo de golo - aos 25', para a cabeça de Coates; aos 32', servindo Bas Dost; aos 40', assistindo um disparo de Piccini; aos 45', numa autêntica assistência escandalosamente desperdiçada pelo holandês; aos 52', num centro a régua e esquadro para Gelson; aos 63', isolando o mesmo colega. Saiu ovacionado, aos 67'. O melhor em campo.

 

De Gelson Martins. Parceria perfeita com Podence, trabalhando ambos junto à ala direita com inflexões muito rápidas para o centro do ataque. Acelerou a equipa, trabalhou para o colectivo, criou desequilíbrios, desposicionou adversários, fintou e rematou. Foi dele a assistência para o segundo golo, aos 60'. E ainda fez trabalho defensivo, acorrendo à dobra de Piccini sempre que necessário, como aconteceu aos 62', num desarme impecável. Empolga os espectadores com a sua mobilidade e contribui em larga medida para fazer deste Sporting um sério candidato ao título.

 

Dos nossos laterais. Exibições de grande nível tanto à esquerda como à direita: Fábio Coentrão e Piccini cumpriram as missões tácticas, tanto no plano defensivo como no ofensivo. Deram profundidade ao jogo leonino, comprimindo as alas adversárias, e raramente falharam um passe. Concentrados e rigorosos, sem nunca complicarem. O italiano foi ainda autor do melhor remate de meia-distância do Sporting, disparando um petardo com o pé esquerdo aos 40' que saiu ligeiramente ao lado.

 

Da segurança dos nossos centrais. Actuações convincentes de Coates e Mathieu, que em muito contribuíram para o facto de termos uma vez mais terminado uma partida sem qualquer golo sofrido. Muito atento e concentrado o uruguaio, com um corte exemplar aos 30'; mais exuberante o francês, que ganhou todos os lances aéreos em que foi chamado a intervir. Ninguém diria que só começaram a jogar juntos há cinco meses: parece que formam dupla há vários anos.

 

Da assistência mobilizada, apesar da noite fria. Éramos 43.797 nas bancadas de Alvalade.

 

De ver o Sporting na frente. Seguimos no comando, à condição, com 39 pontos já acumulados, mantendo intactas as aspirações ao título. Todos acreditamos que vamos conquistá-lo.

 

 

 

Não gostei

 

 

Das oportunidades de golo que Bas Dost falhou. O holandês marcou, dando a melhor sequência a um cruzamento de Gelson. Mas destacou-se hoje pela negativa, desperdiçando várias oportunidades. Aos 15', a passe de Piccini. No minuto seguinte, servido por Bruno Fernandes. Aos 32', abdicando do remate de meia-distância após centro atrasado de Podence. Aos 45', quando Podence o isolou frente ao guarda-redes adversário - um falhanço que provocou gritos de irritação no estádio. O golo solitário que apontou, aos 60', acabou por saber a pouco. Perante as hipóteses que teve para marcar, soube a quase nada.

 

Do falhanço colectivo aos 72'. Gelson centrou muito bem da direita para a pequena área. À boca da baliza, a dois metros da linha de golo e em clara vantagem numérica, quatro jogadores do Sporting falharam a emenda: Coates, William, Coentrão e o inevitável Bas Dost.

 

Do penálti que ficou por assinalar. Podence foi derrubado em falta, aos 63', na grande área portimonense. O árbitro fez vista grossa ao lance. Tratando-se de João Capela, não admira. Raros apitadores têm tão largo cadastro em jogos do Sporting como este cavalheiro.

 

Do resultado ao intervalo. Face às oportunidades que tivemos, aquele 1-0 era muito escasso.

 

Que Doumbia permanecesse no banco. Depois de ter mostrado "pé quente" na goleada frente ao Vilaverdense para a Taça de Portugal, com três golos e uma assistência, o marfinense merecia minutos de jogo. Sobretudo num desafio como o desta noite, em que Bas Dost foi um dos raros elementos desinspirados.

 

Foto minha, tirada esta noite em Alvalade

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