Saltar para: Post [1], Comentários [2], Pesquisa e Arquivos [3]

És a nossa Fé!

Rescaldo do jogo de hoje

Gostei

 

De seguir em frente na Taça de Portugal.  Eliminámos o modesto Oleiros, do Campeonato de Portugal, cumprindo a nossa missão num jogo agradável em que a equipa da casa deu boa réplica. Seguimos para a quarta ronda do segundo mais prestigiado troféu do futebol português. Queremos conquistar a nossa 17.ª Taça.

 

De romper um ciclo de quatro jogos sem ganhar. A vitória foi natural e merecida, além de reconfortante. Era tempo de mudar as coisas.

 

Do comportamento da nossa equipa. Os nossos jogadores entraram em campo com atitude profissional e responsável, sem arrogância nem deslumbramento. Houve concentração e respeito pela equipa adversária, o que é de louvar.

 

Dos quatro golos marcados. Dois de Palhinha, um de Mattheus Oliveira, outro do estreante Rafael Leão. É sempre bom saber que não estamos dependentes do ausente Bas Dost para levar a bola ao fundo da baliza.

 

De Palhinha. Grande exibição do nosso médio defensivo, que se adiantou várias vezes no terreno, em benefício da equipa, sem perder o sentido posicional. Abriu o marcador aos 23', com um remate forte à boca da área, e bisou aos 62', com um espectacular pontapé de moinho, à ponta-de-lança. E cumpriu com rigor a missão defensiva: grande corte aos 50' frente à grande área. O melhor em campo.

 

De Podence. Recuperou da lesão prolongada, regressando em boa forma. Baralhou a defesa contrária com as suas incursões velozes pela ala direita, a partir do flanco. Boa exibição coroada com três assistências para golos, estatística que confirma a sua influência neste jogo.

 

Da aposta de Jorge Jesus numa equipa alternativa. Estes desafios servem para rodar jogadores pouco ou nada utilizados no campeonato, poupando os titulares para outros confrontos. Neste caso o treinador optou por mudar a equipa toda: não alinhou nenhum dos habituais titulares, excepto Jonathan Silva, que tem alternado com Fábio Coentrão. Aposta ganha em termos gerais, com destaque para a entrada de Gelson Dala como titular e para a estreia absoluta dos três suplentes utilizados - Rafael Leão, Jovane Cabal e Demiral - em jogos oficiais pela equipa principal.

 

De Rafael Leão. Entrou aos 71' e daí a um quarto de hora estava a marcar um golo - o seu primeiro pela equipa principal do Sporting e quarto da temporada, pois leva já três golos pela equipa B. Boa estreia do jovem internacional sub-17, que tem apenas 18 anos e um futuro promissor.

 

Da ausência de lesões. Apesar de jogarmos num piso sintético, o que traz riscos acrescidos, os nossos jogadores terminaram a partida ilesos. Ainda bem.

 

Do altruísmo leonino. A parte da receita do jogo que coube ao Sporting foi doada aos Bombeiros Voluntários de Oleiros. Louvável decisão do presidente Bruno de Carvalho.

 

 

Não gostei

 

 

Dos dois golos sofridos. É verdade que levámos a Oleiros um onze alternativo. Mas encaixar dois golos de uma equipa do terceiro escalão do futebol português é algo a roçar o inaceitável.

 

De Iuri Medeiros. Jesus apostou nele como atacante por um dos flancos, dando-lhe relativa liberdade de movimentos. Mas Iuri passou ao lado do jogo. Já ao cair do pano, isolado, permitiu a intervenção do guarda-redes, faltando-lhe o toque de classe para solucionar o lance. Uma vez mais, não soube agarrar a oportunidade.

 

De Bruno César. O brasileiro está irreconhecível nesta época. Para muito pior. Trapalhão, faltoso, complicativo - hoje quase nada lhe saiu bem.

 

De Petrovic. Central improvisado, esteve sempre como peixe fora de água. Levou um cartão amarelo muito cedo, logo aos 15'. Lento, preso de movimentos, falhou a intercepção aos 80' no lance do primeiro golo do Oleiros. Sem espaço neste Sporting 2017/2018.

 

De André Pinto. Irregular, intranquilo, entregou a bola a um adversário quando pretendia conduzi-la pela ala, num lance que poderia ter terminado num golo contra nós. Teve responsabilidade directa no segundo golo da equipa da casa, a escassos momentos do apito final. Decepcionante.

 

Que Gelson Dala ficasse em branco. O jovem angolano que se tem evidenciado na equipa B foi titular, tentou bastante mas não conseguiu marcar. Valeu pelo esforço. Oxalá tenha novas oportunidades em breve para ganhar mais disciplina táctica e sentido posicional. Talento não parece faltar-lhe.

19 comentários

Comentar post

{ Blog fundado em 2012. }

Siga o blog por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Pesquisar

 

Arquivo

  1. 2019
  2. J
  3. F
  4. M
  5. A
  6. M
  7. J
  8. J
  9. A
  10. S
  11. O
  12. N
  13. D
  14. 2018
  15. J
  16. F
  17. M
  18. A
  19. M
  20. J
  21. J
  22. A
  23. S
  24. O
  25. N
  26. D
  27. 2017
  28. J
  29. F
  30. M
  31. A
  32. M
  33. J
  34. J
  35. A
  36. S
  37. O
  38. N
  39. D
  40. 2016
  41. J
  42. F
  43. M
  44. A
  45. M
  46. J
  47. J
  48. A
  49. S
  50. O
  51. N
  52. D
  53. 2015
  54. J
  55. F
  56. M
  57. A
  58. M
  59. J
  60. J
  61. A
  62. S
  63. O
  64. N
  65. D
  66. 2014
  67. J
  68. F
  69. M
  70. A
  71. M
  72. J
  73. J
  74. A
  75. S
  76. O
  77. N
  78. D
  79. 2013
  80. J
  81. F
  82. M
  83. A
  84. M
  85. J
  86. J
  87. A
  88. S
  89. O
  90. N
  91. D
  92. 2012
  93. J
  94. F
  95. M
  96. A
  97. M
  98. J
  99. J
  100. A
  101. S
  102. O
  103. N
  104. D
  105. 2011
  106. J
  107. F
  108. M
  109. A
  110. M
  111. J
  112. J
  113. A
  114. S
  115. O
  116. N
  117. D