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És a nossa Fé!

Rescaldo do jogo de hoje

Não gostei

 

Do empate em Chaves. Mais dois golos perdidos pela nossa equipa, que ao tropeçar hoje em Trás-os-Montes (2-2) perdeu uma excelente oportunidade de encurtar a distância face ao Benfica, que também empatou (3-3), frente ao Boavista. Terminada a primeira volta do campeonato, temos menos oito pontos. Tudo como dantes.

 

Do golo sofrido muito cedo. Ainda não estavam esgotados os cinco minutos iniciais, já Rui Patrício via uma bola aninhada nas suas redes. Falhanço colectivo da defesa leonina, que deixou Rafael Lopes movimentar-se à vontade, marcando o primeiro para a sua equipa.

 

Da nossa primeira parte. Decorrida a meia hora inicial, nem um remate tínhamos feito à baliza do Chaves. O primeiro sinal de perigo coincidiu com o golo marcado, a poucos segundos da ida para intervalo.

 

Da nossa incapacidade de gerir o resultado. Estando a ganhar 2-1 a partir do minuto 76, seria natural que o Sporting soubesse reter a bola, segurando uma vantagem difícil de conquistar frente a uma equipa que até agora só perdeu um jogo no seu estádio. Nada disso aconteceu: continuamos com imensa dificuldade de controlar os níveis de ansiedade nos minutos finais das partidas. E perdemos um João Mário, que sabia guardar a bola como ninguém nestas preciosas fases do jogo.

 

De Rúben Semedo. Já amarelado, fez nova falta que lhe valeu o segundo amarelo e a consequente expulsão aos 72' num lance ainda longe da nossa área, sem qualquer necessidade de correr tal risco. Uma inaceitável demonstração de imaturidade que acabou por prejudicar toda a equipa.

 

De Alan Ruiz e Campbell. Dois reforços de Verão que se mostraram em bom nível na partida anterior, frente ao Feirense, mas não justificaram hoje a aposta que o treinador neles fez como titulares. De tal forma que Jorge Jesus decidiu substituí-los ao intervalo.

 

Da substituição de Bas Dost. Com apenas dez jogadores em campo, Jesus deu ordem de saída ao ponta de lança, que já havia bisado. Substituição inexplicável, pois não se vê mais ninguém neste Sporting com capacidade para marcar golos. Quando houve a necessidade de apontar o terceiro, o internacional holandês já não estava em campo.

 

Da nossa falta de velocidade. Ritmo pausado, denunciado, previsível - e com diversos toques de bola até chegarmos à baliza adversária. Complicamos o que devia ser simples. Ao contrário do Chaves, que causava perigo cada vez que acelerava o jogo e era capaz de fazer a bola percorrer 80 metros em dois ou três passes.

 

Da tremideira final. Voltou a acontecer, para não fugir à regra. Começamos a estar tristemente habituados.

 

Do retrocesso face a 2015/16. Ao findar a primeira volta, temos menos dez pontos do que tínhamos há um ano e já sofremos mais sete golos. Números que nos devem fazer pensar.

 

 

Gostei

 

Da primeira meia hora da segunda parte. O Sporting dominou as operações, mostrando-se claramente superior. Foi um período em que soubemos acelerar um pouco mais o jogo e avançar no terreno com a bola controlada, o que viria a materializar-se na obtenção do nosso segundo golo.

 

De Bas Dost. O holandês soma e segue. Já marca há seis jogos consecutivos. Hoje bisou pela quarta vez no campeonato, reforçando a liderança na lista dos melhores marcadores. Já marcou 13 na Liga 2016/17 - os mesmos de Slimani à 17.ª jornada, faz agora um ano. E vão quinze no total das competições desta época oficial, voltando a sagrar-se o melhor Leão em campo.

 

De Gelson Martins. Não brilhou como noutros jogos, mas foi sempre o principal desequilibrador da nossa equipa, pelo flanco direito - algo que Campbell foi hoje incapaz de concretizar na ala oposta. E fez uma primorosa assistência para o primeiro golo de Bas Dost com um magnífico passe longo, muito bem colocado. Confirma-se como rei das assistências neste campeonato. E vão oito.

 

Do apoio dos adeptos. Largas centenas de sportinguistas viajaram até Chaves para darem um apoio entusiástico à equipa. Se há coisa de que a direcção leonina e a equipa técnica do Sporting não podem queixar-se é da falta de incentivos que chegam das bancadas, chova ou faça sol. Sem blackout de qualquer espécie.

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