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És a nossa Fé!

Rescaldo do jogo de hoje

Gostei

 

De ganhar no estádio dos Barreiros. Vencemos o Marítimo no mesmo palco onde o FC Porto empatou.

 

De ver a nossa equipa com a liderança consolidada. Vamos com 32 pontos. E vão cinco jogadas seguidas com o Sporting no comando isolado do campeonato, já no segundo terço da prova.

 

De Rui Patrício.  Foi a figura do jogo, com três grandes defesas: aos 14' negou o golo a Marega; aos 77' fez levantar o estádio detendo o mais perigoso lance do Marítimo, a remate de Diego Sousa; e aos 88' ainda se esticou com êxito a travar outro disparo. Dá uma enorme estabilidade à nossa equipa.

 

Do golo de Adrien. Culminou aos 53' a melhor jogada de todo o desafio - um lance colectivo iniciado em João Pereira, prosseguido por Bryan Ruiz e João Mário e concluído com um remate seco e vitorioso do nosso capitão. Um remate que nos proporcionou a vitória.

 

De João Mário. Um desempenho notável do médio formado na academia leonina. Esteve sempre em jogo, inventando linhas de passe, criando desequilíbrios, abrindo diagonais para o eixo ofensivo e assistindo Adrien no golo do triunfo.

 

Do nosso bloco defensivo. E vão cinco jogos seguidos sem sofrermos um golo no campeonato. Eficácia comprovada.

 

Da nossa sexta vitória consecutiva no campeonato. Após derrotarmos o V. Guimarães (5-1), Benfica (3-0), Estoril (1-0), Arouca (1-0) e Belenenses (1-0).

 

Do apoio nas bancadas. Atmosfera entusiástica da claque leonina no reduto do Marítimo: a ligação entre adeptos e equipa é cada vez mais forte.

 

Da arbitragem. Rui Costa teve um bom desempenho que merece ser assinalado.

 

 

Não gostei

 

Do mau estado do relvado. O terreno estava empapado e escorregadio apesar de não ter chovido nos últimos dias no Funchal.

 

De alguma lentidão de processos em vários momentos da primeira parte. Alguns jogadores pecaram por apatia, deixando a equipa madeirense controlar as operações durante essa fase do jogo.

 

Da nossa incapacidade de reter a bola nos últimos minutos. Notou-se algum nervosismo, manifestamente desnecessário.

 

Das bolas paradas. Continuamos sem aproveitar devidamente estas oportunidades.

 

Da ausência de Slimani. Perante um Montero apático, a habitual combatividade do argelino - que ficou de fora por acumulação de cartões - fez-nos hoje falta.

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