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És a nossa Fé!

Rescaldo do jogo de hoje

Não gostei

 

De terminar o campeonato com uma derrota. A primeira do Estoril em Alvalade e a única que sofremos em casa nesta Liga 2013/14. Bastou-lhes um penálti logo aos 5' numa partida em que Rui Patrício não fez uma só defesa.

 

De começar praticamente o jogo a perder. Rojo rasteirou Bruno Lopes sem necessidade dentro da grande área leonina. Mas redimiu-se com um bom corte quando o mesmo jogador, minutos mais tarde, se isolou e quase conseguia o 2-0 para o Estoril.

 

De ver Adrien falhar um penálti. Ainda não tinha acontecido esta época ao nosso titular nas grandes penalidades.

 

De Carrillo. Voltou a ser uma aposta falhada de Leonardo Jardim. A sua presença em campo foi tão medíocre que fez estalar a paciência ao habitualmente tranquilo treinador, que o mandou sair aos 38'. Dois minutos depois, Carlos Mané já tinha feito mais e melhor que o peruano.

 

De Montero. Leonardo Jardim voltou a chamá-lo como titular, mas o colombiano desperdiçou esta oportunidade de regressar às grandes exibições - e aos golos. Quase sempre ausente da partida, pareceu despertar só à beira do fim. Já tarde de mais.

 

Da exibição. Globalmente fraca, desgarrada, sem nervo nem inspiração.

 

 

Gostei

 

De André Martins. Sempre inconformado, sempre em movimento, sempre a tentar abrir linhas de passe. Foi o jogador mais clarividente do Sporting.

 

De Shikabala. Desfez-se o mistério: aos 77', Leonardo Jardim mandou-o finalmente entrar em campo. E o egípcio chegou cheio de genica, revelando bons apontamentos nesta sua estreia na Liga portuguesa. Parece ter uma técnica razoável e estar em boa forma física. Os adeptos corresponderam com aplausos. Jogou pouco mais de um quarto de hora: ficou a ideia de que talvez devesse ter entrado mais cedo.

 

Da hora do jogo. Tarde de um domingo cheio de sol, às 16 horas. Como nos tempos antigos.

 

De ver tanto público. Quase 37 mil espectadores neste jogo de despedida do campeonato, só destinado a cumprir calendário. Mais uma grande lição de sportinguismo dos sócios e adeptos.

 

Do apoio à equipa. As claques não falharam nos cânticos de incentivo.

 

Do prolongado e caloroso aplauso a Capel. O andaluz saiu esgotado, aos 77'. Sob uma ovação do público que certamente nunca esquecerá. Merecia ter-se despedido não com uma derrota mas com uma vitória.

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