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És a nossa Fé!

Quente & frio

Gostei muito da nossa vitória - a segunda em 20 dias na Liga Europa. Desta vez contra o Rosenborg, a equipa com mais títulos do futebol norueguês. Um triunfo sofrido, tangencial, conseguido com um golo solitário apenas aos 70' por Bolasie - o melhor em campo neste jogo em que o Sporting recebeu apoio inequívoco das bancadas do estádio José Alvalade, onde só estiveram 27.671 espectadores. O resultado foi melhor do que a exibição, mas todas as vitórias são preciosas - sobretudo na Liga Europa, a competição que nos resta após estarmos afastados da corrida ao título no campeonato, termos perdido a Supertaça, ficarmos à margem da Taça de Portugal e praticamente termos perdido as hipóteses de seguirmos em frente na Taça da Liga. Vamos em segundo no nosso grupo da prova europeia, com seis pontos - apenas menos um do que o líder, PSV.

 

Gostei das exibições de Acuña, Vietto (só na primeira parte) e Mathieu, além do já mencionado Bolasie. Gostei que a baliza à guarda de Renan se tivesse mantido imaculada - facto cada vez mais raro nos jogos do Sporting e que, portanto, justifica destaque. Gostei também da coreografia inicial em homenagem ao grande campeão leonino Rui Jordão, falecido há uma semana, e do minuto de silêncio escrupulosamente respeitado em sua memória, bem como dos telemóveis acesos nas bancadas ao minuto 11 - o número que o inesquecível goleador usava na sua camisola verde e branca.

 

Gostei pouco que nos 20 minutos iniciais, de forte pressão leonina, tivéssemos perdido três claras oportunidades de golo. Por Luiz Phellype (que demonstra não ter qualidade para ser titular), Bruno Fernandes (que aos 17' atirou um petardo à trave na marcação de um livre) e Vietto (que viu o guarda-redes, com bons reflexos, defender um cabeceamento seu aos 18').

 

Não gostei  que Pedro Mendes só tivesse entrado aos 64', substituindo o inoperante e apático Luiz Phellype. O jovem oriundo da equipa sub-23 merece a titularidade na frente de ataque nas competições internacionais - únicas para que está inscrito. Já marcou frente ao PSV e neste embate com o Rosenborg teve papel importante no lance do golo ao arrastar a marcação dentro da área, o que permitiu liberdade de movimentos a Bolasie. Também não gostei do nosso meio-campo, onde Idrissa Doumbia se mostra incapaz de transportar a bola ou colocá-la à distância, Wendel revela clamorosas falhas posicionais e Bruno Fernandes foi uma sombra do que costuma ser, com uma exibição apagadíssima.

 

Não gostei nada dos palermas que no topo sul se puseram a acenar com lencinhos brancos no final do jogo. Como se estivessem a torcer pela derrota leonina e nem tivessem reparado que era uma noite de vitória.

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