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És a nossa Fé!

Quente & frio

Gostei muito de ver o nosso novo presidente no lugar que lhe compete: a tribuna presidencial. Tendo consigo vários dos seus ex-opositores na recente corrida à liderança do clube. E acolhendo como anfitrião, com boas maneiras, o seu homólogo do Marítimo. Sem saltar da cadeira nem se pôr eufórico com os nossos golos  isso fazia ele quando era director clínico e se sentava no banco de suplentes. Saber estar é condição inerente a ser do Sporting.

 

Gostei da exibição leonina - talvez a melhor desta era Peseiro. Futebol de ataque, com jogadas bem desenhadas pela movimentação constante das nossas linhas médias em articulação permanente com os jogadores mais avançados no terreno. E o envolvimento do próprio quarteto defensivo, com os centrais a participarem na construção ofensiva. Ninguém diria que estes jogadores, em grande parte, só actuam juntos há poucas semanas. Também gostei das estreias de Jovane e Bruno Gaspar a titulares. Ambos corresponderam - o primeiro, desde logo, com um golo; o segundo, novamente muito influente, sofre a falta de que resulta o penálti e o nosso segundo golo e recupera a bola na jogada de que resultou o primeiro. Gostei ainda de Bruno Fernandes, que parece regressar à boa forma: marca dois golos, recupera a capacidade de iniciativa em campo e merece ser eleito o homem do jogo.

 

Gostei pouco do horário deste Sporting-Marítimo, iniciado às 20 horas de uma noite de domingo. Continuamos a ser penalizados com o calendário dos jogos. Mesmo assim, quase 30 mil pessoas acorreram a Alvalade para incentivarem a equipa na defesa do único título que fomos capazes de vencer na época anterior: esta Taça da Liga, a que alguns agora dão outro nome mas que para mim continua a denominar-se assim: o meu código deontológico proíbe-me de fazer menção a marcas comerciais.

 

Não gostei das ausências dos nossos lesionados Bas Dost, Mathieu (este quase recuperado) e Nani. Uma equipa que se vê forçada a deixar tão talentosos jogadores de fora e mesmo assim se comporta em campo como se nenhum contratempo a afectasse, é uma equipa digna de elogio.

 

Não gostei nada da patada que um tal Lucas aplicou de pitons em riste no peito do Wendel, quase no fim do jogo, quando era óbvio que o resultado (3-1) estava mais que decidido. Um acto indigno de um profissional de futebol, prontamente sancionado pelo árbitro Manuel Mota com vermelho directo. Esta conduta antidesportiva devia ser punida com castigos ainda mais severos do que os actuais.

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