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És a nossa Fé!

Quente & frio

Gostei muito da qualificação do Sporting para a final da Taça da Liga - algo que acontece pela terceira vez. Derrotámos esta noite o FC Porto, que nos deu muita luta e foi um digno vencido. Mas a melhor oportunidade de golo, ao longo dos 90 minutos, foi nossa: Coates, muito bem servido por Fábio Coentrão, cabeceou ao poste no minuto 64. Com 0-0 no tempo regulamentar, o acesso à final decidiu-se por penáltis. Convertidos, da nossa parte, por Bas Dost, Bruno Fernandes, Mathieu e Bryan Ruiz (Coates e William Carvalho falharam). E com Rui Patrício a defender dois (parando remates de Herrera e Aboubakar), confirmando que é o melhor guarda-redes português e um dos melhores da Europa. Aos 74', já tinha feito uma defesa monumental, travando com êxito um disparo de Aboubakar: voto nele como figura deste jogo que funciona como forte tónico psicológico para a equipa. Agora falta disputar a final: será já neste sábado, frente ao V. Setúbal.

 

Gostei do regresso de Montero à equipa do Sporting, dois anos após ter saído, naquela fatal segunda volta do campeonato 2015/2016 em que muita falta nos fez. Jorge Jesus fê-lo entrar aos 78' deste desafio, disputado na Pedreira de Braga. O avançado colombiano ficou certamente satisfeito pela calorosa ovação que escutou ao entrar em campo. Fez pouco nesta partida, mas promete ser um elemento decisivo neste assalto ao título que perseguimos cheios de convicção.

 

Gostei pouco que não tivéssemos conseguido marcar um golo nos 90 minutos regulamentares e gostei ainda menos que saíssemos para o intervalo sem fazer um só remate à baliza. Bas Dost, muito isolado, foi incapaz de se libertar da marcação simultânea de Felipe e Marcano. Bruno Fernandes tentou a meia-distância, mas sem sucesso. Rúben Ribeiro esteve pelo segundo jogo consecutivo aquém das expectativas. Em compensação, podemos congratular-nos por continuarmos invictos no conjunto das competições internas já disputadas nesta época.

 

Não gostei de ver Gelson Martins em má condição física - ao ponto de ter sido forçado a abandonar o campo, coxeando, aos 43', para dar lugar ao banal Battaglia. O jovem ala ofensivo é um jogador imprescindível no onze titular leonino. Esperamos que recupere em tempo útil para continuar a dar o seu contributo ao Sporting nos desafios para o campeonato: sem ele, a equipa é sempre inferior em capacidade de ataque. E por falar em ataque: também não gostei que Doumbia não constasse sequer da ficha do jogo. O clube já o terá dispensado de vez?

 

Não gostei nada que tivesse ficado impune uma falta cometida por Danilo logo aos 5', quando agarrou Bas Dost na grande área do FCP. Um penálti que Nuno Almeida deixou por assinalar, com a conivência de Artur Soares Dias, hoje de piquete como vídeo-árbitro. O Sporting foi claramente prejudicado neste lance: essa grande penalidade daria com muita probabilidade um rumo bem diferente a esta meia-final da Taça da Liga. E o senhor Almeida não tinha seguramente qualquer deficiência no apito, pois interrompeu a partida 53 vezes(!) para assinalar faltas, reais ou imaginárias. Uma, em média, a cada 25 segundos: quem repare nesta estatística sem ter visto o jogo, talvez imagine que aquilo fosse uma batalha campal. Nada disso: houve apenas incontinência do apito do árbitro Almeida. Que só emudeceu quando não devia. E foi péssimo no capítulo disciplinar, poupando cartões amarelos a pelo menos três jogadores do Porto: Oliver, Soares e Alex Telles. Além de um vermelho a Marega, que apertou o pescoço a Fábio Coentrão.

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