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És a nossa Fé!

Quente & frio

Gostei muito da qualificação do Sporting para as meias-finais da Taça de Portugal - o que sucede pela 45.ª vez - com uma vitória por 2-1 no estádio do Bonfim frente ao Cova da Piedade, que nos deu muito boa réplica neste confronto. Permanecemos invictos em todas as frentes desportivas nacionais, além de nos termos qualificado para a Liga Europa.

 

Gostei da leitura de jogo de Jorge Jesus, que inicialmente fez descansar quatro jogadores-chave da equipa: Bas Dost, Bruno Fernandes, Gelson Martins e William Carvalho. Ao ver que o resultado permanecia empatado a zero ao intervalo e tendo visto que as melhores oportunidades da primeira parte foram do Cova da Piedade, que mandou duas bolas aos ferros, o técnico mandou de imediato aquecer Bas e Bruno. Isto fez toda a diferença: no segundo tempo o Sporting mandou inequivocamente no jogo, marcou dois golos e podia ter marcado mais, com o guardião adversário a revelar-se o melhor jogador em campo. Dois golos que romperam enfim a muralha defensiva piedense - o primeiro marcado por Bruno numa jogada de insistência, aos 54'; o segundo pelo inevitável Bas após a conversão de um canto, aos 78'. A reviravolta veio do banco.

 

Gostei pouco que esta vitória do Sporting contra uma equipa que milita na Liga de Honra tivesse sido tangencial. Mas foi quanto bastou.

 

Não gostei das ausências de Gelson e William, que nem chegaram a sentar-se no banco de suplentes. É um facto que estes titulares têm sido muito usados e estavam à beira da exaustão. Desse ponto de vista, Jesus fez bem em poupá-los. Mas hoje ficou bem evidente, até para aqueles adeptos que costumam criticá-los, que são dois jogadores imprescindíveis no onze leonino. Com eles em campo o Sporting actua de uma maneira, sem eles actua de outra. Claramente pior.

 

Não gostei nada dos desempenhos de Bruno César e Bryan Ruiz, que hoje figuraram no onze titular. O brasileiro foi uma perfeita nulidade, falhando passes e remates, e o costarriquenho revelou-se de uma lentidão exasperante, sem conseguir municiar a frente de ataque. Com eles em campo, a nossa manobra ofensiva revelou-se inócua e o Cova da Piedade chegou a impor-se no eixo do terreno, procurando a baliza de Rui Patrício em velozes contra-ataques. Enquanto o Sporting não fez um só remate com perigo.

4 comentários

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    Pedro Correia 10.01.2018 23:56

    Vimos jogos diferentes, meu caro.
    No jogo que eu vi, Bryan Ruiz jogou quase a passo, lateralizou, amoleceu, não ligou os sectores, perdeu grande parte dos confrontos individuais.
    Jesus deve ter visto o mesmo jogo. Tanto assim que retirou o costarriquenho ao intervalo.

    Em relação ao William, estamos de acordo.
    Não vi o Rio Ave-Aves. Só estive atento ao nosso jogo.
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    JHC 11.01.2018 00:10

    Vi toda a primeira parte do jogo do Rio Ave e a segunda parte ao mesmo tempo que o nosso jogo e posso dizer que foi um grande jogo. O desgaste a que foi sujeito o Aves poderá jogar a nosso favor visto que foram 120 minutos de intensidade máxima e duas equipas no limite a lutar pelo resultado.
    Esqueci de dizer que para mim quem passou completamente ao lado do jogo foi Bruno Cesar, por quem tenho grande respeito pelo que tem feito no Sporting. Está visto que este meio campo da primeira parte não é para repetir.
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    Pedro Correia 11.01.2018 08:49

    Os jogos das taças, sobretudo contra equipas de escalões inferiores, servem para isto mesmo: para alterar e alternar rotinas.
    Voltámos ao ponto inicial. De facto, Bruno César não tem lugar no actual onze titular do Sporting. O que só demonstra até que ponto subimos de qualidade média em relação à época passada.
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