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És a nossa Fé!

Quente & frio

Gostei muito da qualificação do Sporting para as meias-finais da Taça da Liga - troféu que nunca conquistámos. A nossa equipa, que hoje empatou 1-1 no Restelo com o Belenenses, mantém-se em todas as frentes futebolísticas. O ano que vai começar promete...

 

Gostei do grande golo de Acuña, marcado de fora da área, em condições peculiares. Quando o jogador já tinha recuado no terreno, transitando de médio-ala para lateral esquerdo com a saída de Coentrão, e o disparo a sair-lhe do pé direito, o seu pior. Foi um golaço, aos 74', e decisivo para as aspirações leoninas. Já na primeira parte Acuña tinha feito três fortes remates: um deles, defendido in extremis pelo guardião de Belém aos 14', levava o selo de golo. O argentino merece, sem favor, ser designado o melhor em campo.

 

Gostei pouco da exibição da nossa equipa nesta partida, que funcionou como uma espécie de ensaio geral para o Benfica-Sporting do próximo dia 3. Exibição pálida e frouxa, sobretudo na primeira parte, em que o nevoeiro pairou sobre o estádio. Quanto mais as brumas se adensavam, mais a nossa prestação descoloria. Melhorou um pouco na segunda parte, mas sem nunca empolgar os adeptos leoninos - com excepção do momento em que Acuña marcou o nosso golo.

 

Não gostei de ver Doumbia sem oportunidade de mostrar o que vale. Após ter marcado dois golos na anterior partida desta prova, frente ao União da Madeira, o marfinense merecia ter entrado em jogo, até para permitir algum tempo de descanso a Bas Dost. Teria sido uma substituição certamente mais útil do que a inexplicável entrada de Bryan Ruiz para o lugar de Bruno Fernandes no último minuto do tempo extra concedido pelo árbitro.

 

Não gostei nada da zanga feia entre Coentrão e Acuña, prontamente separados por William Carvalho, que assim fez valer os seus galões de capitão da equipa - e muito bem. Pior só mesmo o autogolo de Coates, que permitiu o empate do Belenenses, aos 76', quando Rui Patrício tinha o lance todo controlado. Não foi a primeira vez que o uruguaio marcou na própria baliza. O que lhe terá passado pela cabeça?

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