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És a nossa Fé!

Para onde vem Jesus?

Jorge Jesus foi despedido, sem apelo nem agravo, do Al-Hilal: a sua experiência saudita redundou num fracasso, não tendo sequer durado oito meses.

Fecha-se esta página, outra vai abrir-se. Aqui deixo, portanto, a pergunta aos leitores em jeito de teste à perspicácia de cada um: Jesus regressa a Portugal para treinar em breve o Benfica, o FC Porto ou o Sporting?

7 comentários

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    Pedro Correia 31.01.2019

    Se voltar o Jesus ainda pode encontrar o Castaignos, um dos craques que contratou.
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    jpt 31.01.2019

    Pois. Botei, como sabes, há já um ano textos em que defendi que o consulado do JJ no Sporting estava esgotado Mas, repito a minha resposta à tua pergunta, antes JJ do que isto
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    Pedro Correia 31.01.2019

    Em três anos, Jesus ganhou uma Taça da Liga.
    Não conseguiu melhor que isto, apesar de ter contado com mais de meia centena de jogadores que o presidente Bruno de Carvalho pôs à disposição dele nessas três épocas.
    Para vencer uma Taça da Liga, meu caro, Keizer já basta.
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    jpt 31.01.2019

    Eu compreendo o teu desgosto com JJ, e não estou em campanha pró-Jesus. Mas se perguntas para onde ele irá? Digo que antes no Sporting do que o que se passa. A tua posição está a ser maximalista. Sim, JJ pouco ganhou e muito prometeu. Mas com Keizer isto estã um descalabro. Não por esgotamento de um modelo (e com JJ - ainda que cada vez mais cinzento e caro - nunca foi um descalabro) mas por óbvia inadequação.
    E é uma inadequação por total imprudência. Depois da gigantesca crise no clube e da razia no plantel, e sem dinheiro para o reforçar substancialmente, Varandas decidiu tomar uma decisão super-arriscada, um all in. Isto é obviamente um acto de gestão imprudente - um achar-se iluminado, também. Já o escrevi aqui há pouco tempo e repito neste teu postal: é certo que não gosto de Varandas, um basófias apatetado (a cena do militarão é execrável, e mostra um vácuo intelectual que chega a ser imoral nos tempos que correm), cândido; certo que a vacuidade das suas promessas já está a vir ao de cima (onde está a resolução dos casos dos jogadores que rescindiram devido à sua amizade?). Mas para além dessa minha opinão pessoal (a de que ele não passa de um Bettencourt que esteve no Afeganistão) a situação do clube é de tal forma que esta tontice de ir buscar um tipo sem currículo e sem futebol para gerir esta travessia do deserto que seria esta época é um erro tamanho que no próximo Verão haverá eleições. Impeachment, como se diz em português do Brasil
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    Pedro Correia 31.01.2019

    Discordo completamente dessa adjectivação relativamente a Varandas.
    O actual presidente do Sporting foi sufragado pelos sócios há menos de cinco meses no processo eleitoral mais concorrido e disputado da história do nosso clube. Estar já a fazer pontaria ao homem revela o pior da autofagia leonina.
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    jpt 31.01.2019

    Discordas da adjectivação? Eu não usarei nos teus postais. Mas não é por isso que mudo a opinião sobre três pontos: 1) até agora Varandas não me convenceu: soube da sua existência quando foi expulso de um jogo, coisa inadmissível num médico; 2) acompanhou os jogadores quando agredidos, esteve bem; 3) fez uma campanha péssima, em minha opinão; 4) a carta Keizer não foi prudente num ano crucial para o clube, o tal all in que diz muito do tipo de personalidade do presidente e do tipo de liderança de que se presume capaz. Iluminada.

    Quanto às eleições, eu não estou a dar tiros no homem. O que digo (e já o escrevi em postal) é que um descalabro futebolístico este ano (que não será pior devido ao espartilho financeiro do Guimarães, à fragilidade estrutural do Belenenses, que ainda para mais vendeu agora os seus melhores jogadores, ao esvair do Maritimo sem Jardim, e a que não há nenhum Paços de Ferreira robusto) poderá por em causa a solidez desta direcção, exactamente porque provocada por um decisão de tamanho risco.

    Finalmente, e sem ponta de xenofobia. Tal como se noticia - e deste conta do facto - de que há imensos anos o Sporting nao jogava sem ninguém da sua formaçao tambem se noticia de que há 10 anos que não havia estrangeiros a ganhar trofeus em Portugal. Eu não esqueço como fomos campeoes, com o italiano a preparar a equipa, e depois com o Boloni. E que Jozic foi importante, etc. Mas o que é certo é que o tempo em que o estrangeiro (ingles; se possivel) é que era bom já passou, e há muito (com Artur Jorge e Carlos Queiroz). A capacidade dos sportinguistas em aturarem este óbvio insucesso comparada com a repulsa para com Peseiro é surpreendente, sinal desse velho provincianismo que julgava erradicado
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