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És a nossa Fé!

Os prognósticos passaram ao lado

Era de prever. Ninguém vaticinou o medíocre zero-zero final no dérbi lisboeta de sábado à noite. Chegou a haver até previsões de goleada, por parte dos mais optimistas, mas infelizmente confirmou-se a tradição: este Sporting 2017/18 foi incapaz de ganhar ao SLB, ao Porto ou ao Braga para o campeonato.

Não sei qual é a vossa opinião. Eu fico chateado. Muito.

7 comentários

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    Pedro Correia 07.05.2018

    Há sim, Carlos. E são cada vez mais.
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    Carlos Silva 07.05.2018

    Indiscutivelmente Elas são o nosso futuro. Bem, mesmo assim eu pessoalmente mantenho-me agarrado ao passado. Feitios.
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    CAL 07.05.2018

    Prezado Carlos Silva,


    Na qualidade de menina/mulher que lê o blogue desde sempre digo-lhe: morei três anos a Norte.
    Não há rigorosamente nada que possa ler ou ouvir que possa surpreender-me. :)

    Que escolha fazer uso de vocabulário "não obsceno", é um direito seu. Que possa chocar... A mim, queira crer que não. :)

    Estranhamente, ou não, constato que não é - por larga margem - o recurso a certos étimos que me choca/escandaliza. Sobretudo, se ouvidos em contextos muito específicos.

    Bem pode ser o mais polido e cuidadoso utilizador da Língua Portuguesa. Mas se a sua utilização pretender apenas escamotear o que realmente se é, sente... de pouco me serve a eloquência e (aparente) elevação de carácter.

    Há vinte e muitos anos atrás, a Senhora minha mãe recusou ao padre da nossa paróquia levar-me ao São Luís (em Faro) para ver o Sporting (contra o Farense, evidentemente).

    Quando se colocou a questão, e antes ainda da senhora minha mãe decidir, entusiasmei-me (era a primeira vez que veria o Sporting ao vivo) para rapidamente me desaparecer o sorriso do rosto e, preocupada, partilhar com a minha irmã:"Tu já viste se me sai alguma asneira enquanto vejo o jogo!?"

    Vaticina a irmã:"Ficas a rezar pais-nossos e Avé Marias para sempre".

    Que se saiba, há por aqui algum membro do Clero?
    :)

    SL.
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    Carlos Silva 07.05.2018

    CAL. Fico muito contente com o seu post. Em primeiro lugar por constatar que há cada vez mais mulheres ligadas ao desporto e a comentarem. Desde muito pequeno que fui ao jogos em Alvalade com o meu avô, os meus pais e irmão. Minha mãe era quase uma ilha no meio dos adeptos masculinos. Mesmo jovens não éramos muitos. Hoje é tudo muito diferente. A mulher libertou-se quebrou as grilhetas que a acorrentavam e como escreveu Romulo de Carvalho, o mundo pulou e avançou. Reconheço que a frase que escrevi sobre "agarrado ao passado" por ser dúbia não foi a mais feliz. Queria tentar dizer que me sinto bem na pele de homem. Aqui para nós CAL, foi mesmo um remate ao lado merecedor de assobios.
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    CAL 08.05.2018

    Caríssimo Carlos Silva (comentário das 18:02 de 07/05/2018)

    (Cont)

    Salvo honrosas excepções (normalmente associadas ao futebol) não me socorro de palavrões. Não condeno que se faça e, honestamente, preferiria mil vezes ler um palavrão do que as enormidades proferidas por anónimos provenientes do lado mau da 2a circular.

    Não obstante... confesso que é um deleite ler a forma - ausente de palavrões - com que os autores deste blogue mandam impertinentes comentadores tomar... Rennie. ;)

    Posto isto, nada no seu comentário me pareceu ser um remate ao poste e muito menos merecedor de assobios. :) Da mesma forma que os asneiras a que me referia ao abordar a minha irmã não se tratavam propriamente de "palavrões".
    De igual modo, estou muito longe se achar que quem faz uso de palavrões é detentor de carácter duvidoso (como posso, inadvertidamente, ter levado a crer).

    Da mesma forma que quem não faz pura e simplesmente uso de palavrões, e é eloquente, pode muito bem ser alguém de genuíno e elevadíssimo carácter.

    O adiantado da hora, não me permite muito mais.

    Caro Carlos Silva, saudações leoninas.
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    Carlos Silva 08.05.2018

    CAL. Interrogo-me como foi possível o mundo, durante séculos viver sem o contributo, o lugar ao sol das mulheres. Remetidas na fria escuridão do seu papel submisso. Uma civilização que não consegue dar o devido valor à mulher é só meia civilização. Em parte, encontro nesse facto, na cultura muçulmana, a razão da sua estagnação feita violência. Tal como não compreendo, em pleno século XXI, que a igreja católica não se dê conta dessa estrondosa lacuna. Raio, isto são outros futebóis e já me afastei muito da essência deste esplendido blogue.Saudações leoninas
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