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És a nossa Fé!

Os prognósticos passaram ao lado

Era de prever. Ninguém vaticinou o medíocre zero-zero final no dérbi lisboeta de sábado à noite. Chegou a haver até previsões de goleada, por parte dos mais optimistas, mas infelizmente confirmou-se a tradição: este Sporting 2017/18 foi incapaz de ganhar ao SLB, ao Porto ou ao Braga para o campeonato.

Não sei qual é a vossa opinião. Eu fico chateado. Muito.

5 comentários

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    Pedro Correia 07.05.2018

    Há várias maneiras de analisar isto, meu caro.
    Eu acho inaceitável que uma equipa que pretende ser candidata ao título tenha 18 golos sofridos fora de casa (e ainda falta irmos à Madeira). Mais de um por jogo, em média.
    Acho ainda pior sermos só a quarta equipa mais goleadora.
    Atrás do Porto (com menos 19 golos!), do Benfica (com menos 17!) e até do Braga (com menos 12!).

    Isto nada tem a ver com árbitros. Tem a ver com a "filosofia de jogo" do treinador e a sua aplicação prática pelos jogadores.
    Não são números de equipa campeã. De tal maneira que, uma vez mais, deixámos voar o título - pela terceira vez com Jesus ao leme do plantel.

    O melhor que aspiramos é ao segundo posto.
    Como no tempo da saudosa época do Leonardo Jardim, quando tínhamos um orçamento três vezes inferior ao actual no futebol.
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    JG 07.05.2018

    Leonardo Jardim com este orçamento ganhava o campeonato com dez pontos de avanço. Mas Leonardo Jardim é um homem muito ponderado e sábio apesar de jovem. Percebeu avant-la-lettre quem era o líder do clube. Optou por por-se ao fresco.
    Um projecto mais gradual -o que pressupõe estabilidade,a começar pela emocional de quem lidera- teria dado resultados mais cedo e com menos custos. No segundo ano já se exigia o título e Março Silva foi o senhor que se seguiu na voragem, até chegar o Salvador.
    Agora acabamos, como o JHC mostra, agarrados aos erros dos árbitros para tentar esconder a triste realidade. Com JJ quanto mais recursos deitamos sobre a equipa de futebol pior é a qualidade do jogo e maior o caos e a crise instalados no clube. Menor é a valorização da Academia mais improvável a sustentabilidade do clube.
    Parece que algumas pessoas têm muita dificuldade em perceber o que se está a passar. Talvez precisem de ler o Facebook do pai do Presidente
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    JHC 07.05.2018

    Façamos assim: não voltemos a falar de arbitragens, polvos e jogos viciados, jogos facilitados, e verdade desportiva adulterada por empréstimos de jogadores ao G-15.
    Olhemos para tudo isso como não influenciador do resultado desportivo e calmo-nos de vez!
    É que dizer que existe batota e a seguir pôr toda a responsabilidade nos ombros de quem luta dentro das regras não me parece correcto. Seja equipa técnica, jogadores, estrutura.
    Há erros cometidos como em qualquer clube e devem ser avaliados. A perfeição não existe. O que existe é diferente tratamento para situações similares e em que somos repetidamente prejudicados. E não falo só destes últimos três anos. Falo da última década, ou se preferirem "dez anos a frente" a partir de 2007...
    Rubem Dias poder disputar o último jogo do campeonato após aquela cotovelada à Gelson é mais uma machadada na verdade desportiva.
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    JG 07.05.2018

    Meu caro JHC se acha que neste ano em que o VAR foi introduzido e nos aproximámos da verdade desportiva - repare que eu utilizo a palavra aproximámos - a razão para o nosso insucesso são os factores externos, certamente não estamos a falar da mesma realidade.
    A sua referência à última década parece-me despropositada. Devia falar dos últimos vinte anos, ou mesmo mais. A corrupção no futebol tem uma longa história. Mas, nos últimos cinco anos, com este Presidente, e em particular nos últimos três anos, o Sporting apostou forte em vencer. Não estivemos noss tempos de Paulo Bento e de Filipe Soares Franco, tempos de poupança.
    Há responsabilidades internas que são as mais importantes e se não as corrigirmos continuaremos a perder. A violencia de Rubem Dias tal como a de Luisão antes e da Lindlof mais recentente são factores que não explicam a nossa incapacidade.
    Tivessemos jogado ao nosso melhor nível e bem poderia Rubem Dias dar toda a porrada que quisesse.
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