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És a nossa Fé!

Os nossos jogadores, um a um

Missão cumprida. Trouxemos três pontos de Paços de Ferreira, com uma vitória por 2-1 alcançada num dos mais difíceis estádios das competições nacionais de futebol. Com dois golos marcados em quatro oportunidades - revelando assim 50% de aproveitamento, o que é de assinalar - e o golo sofrido já no tempo extra da segunda parte, confirmando-se uma tendência deste Sporting 2017/18 para facilitar a vida aos adversários mesmo à beira do fim.

Esta vitória não valeu apenas pelos três pontos. Valeu também por nos ter feito aproximar do líder do campeonato, o FC Porto, que ontem empatou no reduto do Aves. Estamos portanto separados por apenas dois pontos: isto significa que voltamos a depender só de nós para nos sagrarmos campeões nacionais.

O desafio desta noite assinalou dois regressos: o de Acuña, enfim recuperado da lesão embora longe da desenvoltura física anteriormente revelada, e o de Bryan Ruiz, após uma paragem de seis meses. Nem o argentino, substituído aos 56', nem o costarriquenho, em campo desde o minuto 72, deslumbraram. Mas contaremos certamente com eles na melhor forma em próximas jornadas.

A figura do jogo, indiscutivelmente, foi Gelson Martins. Devemos-lhe o golo da vitória e os pontos que agora nos permitem voltar a sonhar de forma ainda mais intensa com o título.

 

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RUI PATRÍCIO (6). Duas boas defesas. A primeira logo aos 6', a segunda no minuto 90'+1'. Neste último lance já não foi capaz de evitar a recarga, sofrendo assim um golo solitário. Recebeu o primeiro cartão amarelo por queimar tempo.

PICCINI (6). Continua quase intransponível como guardião da nossa ala direita defensiva e vai ganhando ousadia em terrenos mais avançados. Teve um corte decisivo, em lance muito perigoso, aos 67'.

COATES (7).  É um elemento pendular do onze leonino, impondo-se pela disciplina táctica e pelo sentido posicional. Vital a sua intervenção para pôr fim a um ataque adversário no minuto 82.

MATHIEU (8). É um prazer vê-lo jogar. E ele também parece ter muito prazer em jogar, como se estivesse em início de carreira. Cortes preciosos aos 32' e aos 63'. Peça basilar deste Sporting 2017/18 que ambiciona ser campeão.

COENTRÃO (7). Terceiro jogo consecutivo a aguentar 90 minutos, indiciando boa condição física. Enfrentou com êxito Mabil, talvez o melhor adversário. Bons cruzamentos à frente - um deles serviu de assistência para o segundo golo.

WILLIAM (6). Mostrou-se aquém do William a que estamos habituados, parecendo um pouco preso de movimentos. Sólido na missão defensiva, teve algum défice no capítulo do passe longo - uma das suas inegáveis mais-valias.

BATTAGLIA (7). Pode não ter movimentos muito estéticos, mas é um dos elementos mais eficazes do onze. Estreou-se a marcar aos 20' - prémio à determinação deste jogador que nunca vira a cara à luta. Saiu magoado, aos 72'.

GELSON MARTINS (8). O melhor em campo. Correu, lutou, atacou, defendeu, quebrou os rins à defesa do Paços, serviu os colegas e sobretudo marcou um grande golo. Trouxemos os três pontos de Paços de Ferreira graças a ele.

ACUÑA (5). Recebeu um amarelo, por protestos, logo aos 2' e pareceu muito condicionado por essa sanção. Esforçou-se bastante, mas raras vezes com real eficácia. Denota ainda algumas limitações físicas. Substituído aos 56'.

BRUNO FERNANDES (5). Andou desaparecido durante quase todo o jogo numa posição que não tira o melhor da sua capacidade. De meia distância, disparou uma bola ao poste (65'). Foi o melhor que fez. Substituído já no tempo extra.

BAS DOST (4). A um ponta-de-lança exige-se que marque. O holandês tem cumprido bem essa missão, de Leão ao peito. Mas hoje não esteve nos seus dias. Falhou o golo de baliza aberta aos 18' e foi incapaz de uma recarga aos 20'.

BRUNO CÉSAR (5).  Confirma-se: é sempre o primeiro reforço a saltar do banco. Aconteceu desta vez aos 56', entrando para o lugar de Acuña. Sem revelar maior brilhantismo do que o argentino. Recebeu mais um cartão amarelo.

BRYAN RUIZ (5).  Regressou à equipa seis meses depois, iam decorridos 72', rendendo Battaglia. A posição de médio de construção, na ala central, não é a que mais potencia as suas qualidades. Mas ganhou dinâmica: pode vir a ser útil.

ANDRÉ PINTO (-). Substituiu Bruno Fernandes ao minuto 90'+1'. Ajudou a queimar tempo e a fechar o caminho para a nossa baliza, garantindo a conquista dos três pontos.

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