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És a nossa Fé!

Os nossos jogadores, um a um

Esta noite o Sporting enfrentou duas equipas: a Académica, que se colocou a vencer com um lance de bola parada logo nos minutos iniciais, e a equipa de arbitragem liderada por Cosme Machado na pior actuação de um "juiz" de partida neste campeonato que já vai na 20ª jornada. Vergonhosa é a expressão correcta para definir a péssima exibição deste árbitro que perdoou uma grande penalidade cometida logo aos 13' sobre Carlos Mané e na segunda parte viria a validar um "golo" da Académica marcado em posição irregular, como o País inteiro viu.

Jorge Jesus foi expulso por alegadas palavras de protesto junto do quarto árbitro na sequência de um cartão amarelo exibido a Adrien por se ter precipitado na marcação de um livre. Este cartão foi mais uma prova evidente de que o árbitro estava ali não para valorizar o futebol mas para assassinar o espectáculo perante um estádio que contou com a presença de mais de 40 mil espectadores.

Eu estava lá e vi. Uma Académica frágil, que nem a perder por 2-3 saiu do seu último reduto defensivo. Uma Académica medrosa e caceteira que só pode merecer elogio pelo tal lance de bola parada que lhe valeu o único golo legal e resultou de uma clara falta de marcação da defensiva leonina, que hoje jogou desfalcada devido às ausências de Jefferson e Paulo Oliveira.

Felizmente a vitória sorriu ao Sporting graças a um golo de Montero aos 84'. Caso contrário o escândalo seria ainda maior.

A figura do jogo foi Adrien, autor do mais belo golo do Sporting até agora neste campeonato. O primeiro dos três que aqueceram esta noite fria.

 

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RUI PATRÍCIO (4). Saiu mal dos postes no lance que viria a gerar o segundo "golo" da Académica. O golo foi irregular, mas o guarda-redes ficou mal na fotografia.

JOÃO PEREIRA (7). Incansável no apoio ao ataque, ganhou sucessivos lances individuais. Foi uma constante dor de cabeça para a Académica. Assistência soberba para o segundo golo.

NALDO (3). Lesionou-se muito cedo, acabando por ser substituído por Ewerton. Já antes se tinha percebido que estava com problemas físicos.

RUBEN SEMEDO (5). A sua inclusão no onze titular foi a maior surpresa de Jesus para este jogo. Teve apontamentos positivos - no passe e na presença na grande área. Faltaram automatismos com os colegas, o que se compreende.

MARVIN (5). Correu muito mas nem sempre bem. Embrulhou algumas jogadas por falta de objectividade e vontade de fazer tudo sozinho. Tem de melhorar muito para destronar o titular Jefferson, ausente por lesão.

WILLIAM CARVALHO (4). Alternou boas recuperações de bola com alguma passividade. Percebe-se que está longe da melhor forma física. Foi substituído ao intervalo.

ADRIEN (9). Outra exibição superlativa do nosso capitão. A jogada do nosso golo aos 30', toda construída por ele, merece figurar em qualquer antologia. Incansável a trabalhar para a equipa.

JOÃO MÁRIO (8). Complementou da melhor maneira a actuação de Adrien, dando-lhe a melhor sequência. Deixou a cabeça em água e os rins doridos a diversos jogadores adversários.

BRYAN RUIZ (6). Um pouco mais apagado do que nos tem habituado, só a espaços demonstrou a sua indesmentível categoria. O seu maior mérito foi ter marcado o nosso segundo golo, aos 43', numa jogada construída por Carlos Mané.

CARLOS MANÉ (7). Voltou ao onze titular e teve desempenho claramente positivo. Aos 13' foi carregado em falta num lance que devia ter valido um penálti e expulsão do adversário. Construiu o segundo golo, que ofereceu a Ruiz.

SLIMANI (4). Muito apagado ao longo de todo o jogo, desta vez não conseguiu libertar-se das marcações. Mal tocava na bola, era rodeado por dois ou três adversários numa espécie de colete-de-forças.

EWERTON (4). Substituiu Naldo aos 33' mas nunca transmitiu verdadeira confiança ao nosso eixo defensivo, como ficou evidente no lance do segundo "golo" da Académica, embora com um adversário em posição irregular.

GELSON MARTINS (6). Não chegou a ter a influência revelada noutros desafios, mas sacudiu algum torpor da equipa quando foi lançado, aos 46', a substituir William. Boas movimentações. Falta-lhe maior poder de fogo na grande área.

MONTERO (7). Por vezes parece alheado do jogo: é sobretudo uma questão de estilo porque em momentos-chave não falha. Hoje funcionou como saca-rolhas ao marcar o terceiro e decisivo golo do Sporting, iam decorridos 84'.

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