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És a nossa Fé!

Os nossos jogadores, um a um

Quinta jornada do campeonato com a quarta vitória do Sporting (terceira consecutiva). Hoje o triunfo tardou, mas chegou - com uma excelente combinação entre Carlos Mané e Montero, que tinham saltado do banco já na segunda parte.

O Nacional, apesar de ter jogado só com dez a partir do minuto 31, ofereceu sólida resistência às investidas leoninas. O Sporting dominou sempre, embora por vezes de forma pouco ou nada esclarecida, com alguns elementos revelando nítida quebra de forma.

Podemos queixar-nos de duas grandes penalidades flagrantes não assinaladas, ainda na primeira parte: a primeira por derrube de Bryan Ruiz, a segunda por mão do defesa Zainadine, que desviou com a mão um cabeceamento de Slimani. Valha a verdade que a expulsão do jogador do Nacional foi igualmente injusta.

O mais importante foram os três pontos conquistados. Permanecemos no topo da tabela, em igualdade pontual com o FCP, e agora com o Benfica mais distante, já com menos quatro pontos.

 

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RUI PATRÍCIO (6). Tranquilo. Foi praticamente um espectador durante quase todo o encontro. Limitou-se a fazer uma defesa um pouco mais apertada no último minuto da primeira parte.

ESGAIO (6). Inconformado. Voltou a render João Pereira e vem demonstrando que Jesus faz bem em apostar nele. Alguns bons cruzamentos sempre com intenção atacante compensaram uns quantos passes errados.

PAULO OLIVEIRA (6). Seguro. Não teve muito trabalho mas correspondeu sempre que foi solicitado, com segurança posicional e boa visão de jogo. Foi o elemento mais sólido da nossa defesa.

NALDO (5). Oscilante. Perdeu uma bola aos 20', em zona perigosa. Revelou alguns momentos de desconcentração que afectaram outros elementos da equipa, revelando-se um pouco abaixo do nível a que já nos habituou.

JEFFERSON (5). Irregular. Fez o remate mais perigoso da primeira parte, a meia-distância, aos 23'. Mas falhou muitos centros, resolvendo mal diversos lances, demonstrando um nervosismo surpreendente.

ADRIEN (6). Sólido. Mais apagado na primeira parte, sobressaiu no segundo tempo quando se adiantou no terreno, revelando precisão de passe, eficácia na recuperação de bolas e bom sentido posicional.

JOÃO MÁRIO (5). Discreto. Aos 12', fez um grande passe a isolar Gelson Martins, confirmando o seu talento. Protagonista de algumas jogadas envolventes, falhou no entanto bastantes passes. Saiu aos 77', dando lugar a André Martins.

BRYAN RUIZ (5). Lento. Parece dar sempre um toque em excesso na bola, tardando em mostrar no Sporting o virtuosismo de que já deu provas noutras paragens. Fez um bom centro aos 58' para o cabeceamento de Slimani. Substituído aos 65'.

GELSON MARTINS (7). Dinâmico. Partiram dele os dois primeiros sinais de perigo do Sporting, numa das vezes com a bola a rasar o poste. Falhou a finalização aos 57'. Quase marcou aos 69', forçando o guarda-redes Rui Silva à defesa da noite.

TEO GUTIÉRREZ (4). Irrelevante. Parece ainda pouco integrado na equipa e revela algumas dificuldades de ordem física. Fez um bom passe no minuto inicial da segunda parte e quase não voltou a dar nas vistas. Deu lugar a Montero aos 54'.

SLIMANI (6). Inconformado. O jogo não lhe saiu com a destreza habitual mas nunca baixou os braços. Conduziu um excelente contra-ataque aos 14', servindo Gelson. Sempre muito combativo, mas hoje com menos pontaria.

MONTERO (7). Implacável. Entrou aos 54', para o lugar de Teo. Com vantagem para a equipa. Ensaiou o golo com um remate fortíssimo, aos 82'. Quatro minutos depois marcou mesmo. Conquistando três pontos para a equipa.

CARLOS MANÉ (7). Decisivo. Jesus lançou-o em campo aos 65', substituindo Bryan Ruiz. Imprimiu qualidade ofensiva ao Sporting. Grande cruzamento para Gelson (69'). E uma excelente assistência - mais uma - para golo (86'). Merece ser titular.

ANDRÉ MARTINS (4). Apagado. Entrou aos 77', rendendo João Mário, mas quase só se limitou a lateralizar o jogo numa fase em que precisávamos de mais profundidade. Aos 90' perdeu uma bola que podia ter levado perigo à nossa baliza.

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