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És a nossa Fé!

Os nossos jogadores, um a um

Revi, agora com mais calma e maior distanciamento, o Sporting-Arouca. Confirmei a impressão inicial: foi um jogo muito intenso por parte do Sporting, com pressão quase contínua da nossa equipa. O Arouca estacionou o autocarro no seu reduto: grande parte do desafio acabou por ser disputado apenas em metade do relvado.

Discordo profundamente de todos quantos disseram que o Sporting jogou a um ritmo pouco veloz e quase mais não fez do que despachar bolas para a grande área dos visitantes. Nada disso ocorreu: a iniciativa atacante coube sempre ao onze leonino, com constantes trocas de bola em busca de linhas de passe enquadradas com a baliza adversária. Faltou apenas capacidade concretizadora (sobretudo a Montero, que teve três excelentes oportunidades para marcar, mas também a Capel e Carrillo).

Fica a minha pontuação aos jogadores:

 

Rui Patrício (6). Foi sobretudo um espectador. Mas sem nunca se desconcentrar. Duas grandes intervenções - uma em cada parte do jogo, correspondendo aos únicos ataques com um mínimo de perigo concretizados pelo Arouca.

Esgaio (7). Boa estreia como titular na equipa principal. Infatigável no seu corredor, revelando bom entrosamento com a linha avançada e vontade de se firmar como lateral direito. Capacidade de drible e cruzamentos com medida.

Maurício (6). Sólido na defesa, não complica no reduto que lhe está confiado. Falta-lhe por vezes maior precisão de passe no início do processo ofensivo.

Sarr (6). Impõe-se pela presença física. Também não complica: sabe fazer cortes cirúrgicos. Com um pouco mais de rodagem na equipa, à qual ainda está a habituar-se, poderá ser um dos esteios deste Sporting 2014-15.

Jefferson (8). Uma excelente exibição. Inesgotável, foram dos pés dele que nasceram os cruzamentos mais perigosos - um dos quais originou o golo solitário da nossa equipa a dois minutos do fim.

Rosell (4). Esteve algo desenquadrado das prioridades estratégicas da equipa, que exigiam mais acutilância no ataque face à inépcia ofensiva do Arouca. Pecou por excesso de retraimento: nestes jogos deve avançar mais no terreno.

Adrien (7). Voltou a ser o motor da equipa. Entrega-se por completo às missões que lhe são atribuídas, como estratego do meio-campo, e tem uma notável capacidade de leitura do jogo. Já anda a merecer um golo: esteve quase a consegui-lo com um disparo na primeira parte.

André Martins (5). Demasiado discreto, é capaz de render muito mais do que mostrou. Continua a revelar algum défice de capacidade física que exige treino específico durante a semana.

Carrillo (6). Intermitente. Oscila sempre entre ocasionais rasgos de génio, sobretudo em distâncias curtas, e alguma dispersão que lhe rouba discernimento em momentos cruciais. Envolvido na jogada do golo.

Nani (7). Muito aplaudido neste regresso a Alvalade, correspondeu com o seu talento. Foi o jogador mais marcado: raras vezes obteve a bola sem enfrentar de imediato dois competidores. Faltou-lhe concretizar o penálti, que o guarda-redes do Arouca defendeu, para sair em ombros. Bem substituído - por já ter um cartão amarelo e revelar fadiga.

Montero (5). Movimenta-se bem, participa na construção de jogadas perigosas, não desiste de procurar a bola. Mas falta-lhe o essencial num ponta-de-lança: marcar golos. Esteve quase, por duas vezes. Ainda não foi desta.

Carlos Mané (8). A arma secreta do treinador Marco Silva: entrou na segunda parte, substituindo Rosell, e tornou logo mais largo e acutilante o jogo do Sporting. Foi alvo de uma grande penalidade que o árbitro não assinalou. Nunca tirou os olhos da baliza adversária. E conseguiu o golo, numa recarga, graças à sua notável capacidade de desmarcação.

Capel (4). Rendeu André Martins, mas jogou sem brilho nem chama. Desperdiçou um excelente cruzamento de Esgaio, à beira do fim, com um remate frouxo de cabeça.

Tanaka (7). Um quarto de hora em campo, substituindo Nani - e foi o suficiente para levar duas vezes perigo à baliza adversária. Depois rematou ao poste na jogada que terminou com o golo de Carlos Mané. Deu boas indicações, confirmando o que já sucedera na pré-temporada.

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