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Os jogadores de Varandas (2)

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ILORI

A 29 de Janeiro de 2019, Tiago Ilori era anunciado como reforço, com a intenção declarada de robustecer o debilitado sector defensivo leonino. Vinha do Reading, sem nunca ter conseguido afirmar-se no futebol inglês. E custou 2,6 milhões de euros por 60% do passe.

Tratava-se de um regresso. O central teve formação na Academia de Alcochete e estreou-se como titular no campeonato nacional pelo Sporting (e logo a marcar um golo) quando tinha apenas 18 anos, em Novembro de 2011. Lançado por Domingos Paciência quando se avizinhava a pior época de sempre do Sporting.

Chegou a dar nas vistas nessa malfadada época, a de 2012/2013. Mas viria a portar-se mal, fazendo birra, ao procurar forçar uma transferência para o estrangeiro quando ainda se encontrava com vínculo prolongado ao plantel leonino. E acabou mesmo por sair, vendido por 7,5 milhões de euros ao Liverpool, em Setembro de 2013. Sonhava com uma carreira na Premier League que nunca conseguiu tornar realidade.

«Foi aqui que fui mais feliz na minha carreira», declarou Ilori ao voltar, mais de cinco anos depois. Muito mais humilde do que quando saiu. Mas a sorte não lhe sorriu neste regresso. Começou da pior maneira, e logo num clássico: o Benfica-Sporting de 6 de Fevereiro, em que viu um cartão amarelo aos 2' e marcou um autogolo aos 64'. 

Era uma espécie de vingança do destino. Intranquilo, com falhas posicionais, sem maturidade competitiva, Ilori revelou-se um fiasco. Foi sendo relegado para o banco, por vezes até para a bancada, e desceu para quarto na hierarquia dos centrais - actuando apenas nos casos de lesões ou castigos dos colegas.

Aposta falhada. Deve sair no final da época. Deve estar mil vezes arrependido de um dia, quando decidiu bater o pé, ter dito estas palavras de profunda ingratidão para o clube que o formou: «Estava preparado para ficar dois anos sem jogar no Sporting.» E Frederico Varandas deve estar muito arrependido de o ter ido buscar. As segundas oportunidades não são para todos.

 

Nota: 3

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