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És a nossa Fé!

O princípio do fim do hooliganismo em Alvalade?

Frederico Varandas mudou as regras de financiamento das claques do Sporting, nomeadamente da principal, a Juve Leo, cortando com benesses que eram anualmente negociadas entre o anterior presidente, Bruno de Carvalho, e as chefias das claques – só a Juve chegava a embolsar 14 mil euros por cada jogo em casa, na venda de bilhetes concedidos pela direção.

Caso se confirme notícia avançada pelo CM, que o presidente Frederico Varandas decidiu enfrentar os obscuros interesses instalados na bancada Sul e que acabaram as benesses para o bando organizado de arruaceiros, o meu apoio enquanto sócio é total nesta matéria. É tempo de desparasitar e higienizar Alvalade, permitindo que famílias e amantes do futebol possam voltar a apreciar um espectáculo desportivo, sem ficarem incomodados por quem pretende descarregar frustrações nos outros, provocando conflitos. A que propósito viajavam os principais dirigentes das claques no avião que transporta o plantel nas deslocações ao estrangeiro? Qual a justificação para a candonga de bilhetes que todos sabemos existir?

Seguramente que os membros das claques, pessoas de bem, que se deslocam aos jogos por amor ao clube, sim, também os há, irão continuar. Os outros, os jagunços, estão a mais...

12 comentários

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    António de Almeida 09.11.2018 18:20

    Ultrapassa o âmbito do nosso clube, é generalizado. Por alguma razão Real Madrid e Barcelona lhes retiraram cobertura. E já que gostamos tanto de copiar os vizinhos, ora aqui está um bom exemplo a seguir.
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    Anónimo 09.11.2018 19:53

    Quer copiar o que não é copiavel.
    Para deixar de dar cobertura tem de peso para isso. E peso refiro-me a títulos.
    Não invente.

    SL
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    António de Almeida 09.11.2018 20:18

    Em Inglaterra foram banidos dos estádios. Bem sei que muitos grupos continuam activos, a pancadaria entre os gangs (não se lhes pode chamar claques) continua, mas não incomodam os espectadores. Não meu caro, não são precisos títulos para erradicar o hooliganismo dos estádios. Era o que mais faltava, que a sociedade esteja refém de rufias impunes. Haja coragem, o que tem faltado no desporto.
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    Anónimo 09.11.2018 20:36

    Continua a comparar o incomparável.
    Inglaterra é outra realidade, como pais, quanto mais a nível desportivo.
    Olhe, por ex, o que se passou no Sporting, quer ao nível de Alcochete quer ao nível de destituição de uma direcção legalmente eleita, seria impensável aos dias de hoje.
    E já nem estou a falar de quem provavelmente esteve no "backstage" de tudo.
    Esse(s) sim os mais importante(s) desta estória toda, já estariam todos identificado(s) , acusado(s) , e quiçá até julgado(s) por mais influente(s) ou figura(s) pública(s) que fosse(m).
    Não queira confundir a estrada da beira, com a beira da estrada.
    Estou de acordo consigo, haja coragem.

    SL
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    António de Almeida 09.11.2018 20:42

    A direcção eleita, sem dúvida, estava em total legitimidade de funções, como legítima foi a sua destituição, cometeu suicídio, desde logo ao não saber lidar com Alcochete, na sequência do desastre comunicacional e desnorte no rescaldo de Madrid.
    Se têm provas da alegada conspiração, apresentem-nas, ou não passam de teorias. Mas não aceito ficar refém de desordeiros, seja num estádio, escola ou zona residencial.
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    Anónimo 09.11.2018 21:02

    Se cada vez que haja um desnorte comunicacional se destituisse um presidente e direcção de um clube desportivo, era um forrobodó por esse mundo fora.
    Concerteza que não passam de teorias da conspiração, mas as coincidências são gritantes.
    De qualquer forma o polícia existe para investigar o que tem de ser investigado.

    SL
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    António de Almeida 09.11.2018 21:09

    Quero o clube gerido como uma empresa. E cada vez que exista um desnorte, comunicacional ou outro, numa empresa, consequências são retiradas e pessoas perdem os lugares...
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    Anónimo 09.11.2018 23:36

    Pois ai é que está o "busílis" da questão.
    Uma empresa é uma empresa, um clube desportivo é um clube desportivo.
    Não lhe bastou o tempo de gestão empresarial do Roquetismo?
    Quase duas décadas perdidas de quase ruína completa do Sporting.
    Pensava que essa ideia, própria de velhos do restelo desactualizados, que podem até perceber muito de gestão empresarial, mas que de desporto não percebem patavina, já estava morta e enterrada.
    Pelos vistos ainda não.
    Porque não cria o António uma empresa sua?
    Deixe o desporto para quem é do desporto ou o vive com paixão.
    O António e outros que pensam ainda igual a si, que me desculpe, mas são nefastos para o Sporting em particular e para o desporto em geral.
    Já não há fundações, partidos ou associações, suficientes para se entreterem?
    Épa, façam como fazem na maior parte dos países desenvolvidos, façam excursões, cruzeiros e viagens.
    Deixem o Sporting ser grande.

    SL
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    António de Almeida 10.11.2018 07:16

    Os grandes clubes da Europa são geridos como? Os tempos do orgulhosamente sós, felizmente já lá vão. Num mundo cada vez mais competitivo e ligado, não há lugar a perdas de razão. Que o Sporting seja notícia por bons motivos, espero não mais ver aberturas de noticiário por todo o lado com novos incidentes do tipo Alcochete. Que se lixem presidentes adeptos, quero racionalidade, porque só ela nos conduz às vitórias. Por mero acaso, os 2 últimos títulos foram na era Roquette, quando ultrapassámos regularmente o rival da 2ª circular...
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    Anónimo 10.11.2018 12:51

    O Sporting ou qualquer presidente não tem o poder de decidir se a CS abre ou não noticiários com notícias desfavoráveis ao clube.
    Ainda hoje abriram com guerra Varandas/claques.
    Acho piada à parvoíce da racionalidade num clube de futebol, num país como Portugal.
    Um clube da dimensão do Sporting á conta da racionalidade ficou em 7 lugar e passou de segundo clube nacional para terceiro, ultrapassado pelo FC Porto.
    Quer voltar, e instalar a mediocridade e o enchovalho dos ainda rivais, ao clube.
    O António prega o discurso dos anti-Sporting, esses sim querem o Sporting mansinho e orgulhosamente só, cheinho de racionalidade.
    Eu quero um clube vencedor, respeitado dentro das 4 linhas ou pavilhão.
    Estou-me a cagar(desculpe o termo) para os buffets de croquetes, os jantares de homenagens saloias, com figuras fracassadas do mundo político e empresarial, reformados ressabiados, comentadores televisivos que não têm onde cair, "notáveis" com fatos e gravatas a cheirar a naftalina para as fotos e meninos mimados com pólos de marca comprados na feira do relógio.
    Quero um Sporting respeitado, a começar por quem o representa.

    SL


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    António de Almeida 10.11.2018 14:27

    O respeito conquista-se com vitórias, nisso estaremos de acordo.
    Seguramente minguem nos respeitará pelo discurso do ódio, chico-espertices tipo Doyen, que sabíamos à partida como acabariam, nem com apertos a jogadores ou árbitros, ou insultos gratuitos em todas as direcções. Isso serviu como chacota, mas o maior cego nem é aquele que não vê...
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