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És a nossa Fé!

O dia seguinte

Com um aperitivo de luxo com os 6-0 no jogo da Youth League e com o belo golo de Trincão logo no primeiro minuto, parecia que íamos ter um jantar de gala com Edwards como mordomo, o "soneca" fazia o que queria no centro do terreno, o Marselha era incapaz de contrariar e que por muito pouco não veio o segundo golo por Pedro Gonçalves. Muito mal falhado aquele remate que tinha tudo para dar certo.

Depois veio o minuto 12, Adán demorou uma eternidade a colocar a bola na frente e acertou na perna dum Alexis Sanchez em pré-reforma. E com o mesmo Adán como protagonista vieram 20 minutos de total descalabro, a expulsão do próprio por uns inúteis centímetros, a saída daquele que estava a ser o melhor do Sporting, a entrada a frio de Israel, e o jogo perdido com 3-1 ao intervalo e três jogadores amarelados.

 

Amorim seguiu o sábio princípio do Tiririca, "Pior que isto não fica", e fez aquilo que devia ser feito ao intervalo. Tirou os amarelados e St.Juste e meteu os putos para fazer pela vida, com Paulinho para dar alguma capacidade de reter a bola lá na frente. A coisa funcionou durante um bom bocado da segunda parte, mas o Marselha foi sempre ajustando-se e pressionando.

No final a fadiga falou mais alto e surgiu o quarto golo. De qualquer forma, Marsà, Nazinho e Sotiris aproveitaram a oportunidade e Sotiris ia marcando um golaço num tiro de longe.

 

O que fica deste jogo?

1) Um ataque móvel do Sporting com Edwards como pivot ofensivo muito adequado aos jogos da Champions, que enquanto existiu em campo conseguiu desestabilizar completamente a defensiva do Marselha.

2) Um Sporting penalizado pela actuação super-infeliz do seu habitual baluarte, Adán. Também Esgaio, na sequência de jogos anteriores, esteve péssimo em todos os capítulos do jogo, se calhar precisa de parar um pouco para voltar em força. Este não é o verdadeiro Esgaio, se calha a mudar um pneu, explode o automóvel.

3) Uma retaguarda de jovens que está a fazer o seu percurso e que tem de ser protegida neste curto e desequilibrado plantel. Israel entrou a frio e logo falhou o corte, mas se não tivesse saído se calhar era golo na mesma como foi o segundo golo do Marselha. 

4) Um Marselha que parece uma colecção de cromos da bola, e que vale por isso mesmo. Mesmo sem grande jogo colectivo consegue marcar, foram três golos de bela execução.

 

E agora?

Ganhar ao Marselha em Alvalade na próxima semana. Eu vou ter de fazer quase 300 kms em cima do acontecimento, mas vou lá estar.

Amorim, Amorim, Amorim!

SL

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