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És a nossa Fé!

Nós, há dez anos

 

Edmundo Gonçalves: «Sou só eu (não sou, que à saída do estádio ouvi alguém dizer isto mesmo) que penso, ou Montero anda triste, sem chama, apático, como se estando lá, não estivesse? O que fazer para devolver ao nosso goleador a alegria que se viu no primeiro terço do campeonato? Acompanhamento psicológico resolverá? Ajuda profissional competente, será a solução?»

 

João Távora: «Valendo-se de muito esforço e da férrea disciplina táctica que é marca de Jardim, o Sporting ontem cumpriu os serviços mínimos, que nos valeram três pontos. (...) O desacerto nos passes e transições era alarmante, mas a equipa redimiu-se reencontrando-se após o intervalo muito por via da substituição de Heldon por Matias e da deslocação de Mané para o lugar de extremo que libertou Wiliam Carvalho muito ofuscado até esta fase. Valeu o resultado e um bom ambiente nas bancadas - este Sporting, não sendo um fórmula 1, é o nosso: reconhece-se pela garra e acredito que o segundo lugar esta época ninguém nos tira.»

 

Ricardo Roque: «Sim, futebol não se joga só com os pés, mas também com a cabeça pois a aplicação da fórmula matemática, como fica evidenciada, para obtenção do resultado também é necessária, e com o Sporting é praticamente regra. Para confirmar que toda a regra tem exceção, lembremos a célebre mão de Vata ou de Ronny (do Paços de Ferreira, em 2006 em Alvalade e que nos custaria o título). Portanto, é simples. Para ganhar precisamos sempre de marcar 2 e não sofrer qualquer golo, e para acertar no prognóstico é aplicar a fórmula, que até podemos classificar de "fórmula1".»

 

Rui Cerdeira Branco: «Isto num dia em que excecionalmente (e que a exceção se repita!) mais de 35 mil gritaram quatros vezes, em castelhano mas com sotaque argentino, pelo que os muito distraidos poderiam pensar ser a color del máximo rival (rival que tem uma cor que, como sabemos, não encontra tradução em qualquer outra língua do planeta, o famigerado encarnado). Ironias da bola, gratificações da globalização. Tudo por um clube que é mais do que de Portugal.»

 

Eu: «Um dos maiores defeitos do Sporting, nos anos anteriores à entrada em funções de Bruno de Carvalho, foi não funcionar a uma só voz. A hierarquia diluía-se com o passar dos meses, figuras secundárias assumiam posições preponderantes, membros do Conselho Leonino assumiam-se com frequência como uma espécie de poder paralelo, as vozes sportinguistas multiplicavam-se como cogumelos nos órgãos de comunicação abafando por completo a estrutura oficial do clube. Esta tendência, que já vinha de longe, agravou-se durante o mandato de Godinho Lopes, pontuado por inúmeras divergências com elementos da sua equipa directiva, da Mesa da Assembleia-Geral (que tinham sido eleitos numa lista diferente da sua) e do comando desportivo da SAD.»

{ Blogue fundado em 2012. }

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