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És a nossa Fé!

Nós, há dez anos

 

Adelino Cunha: «Eu sei, foi um jogo demasiado caótico e demasiado sofrido para ganhar 2-1 ao Gil Vicente. Eu já disse que sei disso. Mas agora que as manchetes já perderam cor, quero dizer isto aos responsáveis do Sporting: não se trata de saber se o Ricardo Sá Pinto tem ou não tem condições para ser treinador do Sporting.»

Alexandre Poço: «Já estava a preparar uma pesquisa de eventuais bruxos ou curandeiros para recomendar ao Sá Pinto e aos nossos rapazes, até que a sorte finalmente chegou. Não estamos a jogar ao melhor nível, mas hoje o Sporting mais do que mereceu vencer este jogo. Quer queiram quer não, é impossível negar que coisa que nos tem faltado é sorte nos últimos jogos (Marítimo, por exemplo).»

Filipe Moura: «Temos o melhor plantel dos últimos sete ou oito anos. Não se vê uma ideia, um fio de jogo. Não se vê uma tática. As substituições são incompreensíveis. Mais do que os resultados, o confrangedor é mesmo o nível exibicional. Ainda há quem aguente ouvir que "jogámos muito bem", "estamos muito fortes" e "o resultado é uma tremenda injustiça"? Por muito que gostemos dele, desde quando é que o adjunto do Pedro Caixinha é treinador para o Sporting?»

José de Pina: «Calma! Foi apenas o Gil Vicente, e em casa. Obviamente que estou muito contente, a derrota ou empate seria um desastre histórico. Um início de campeonato digno de um clube recém-promovido. Safámo-nos! Estive no estádio, sofri, gritei. Mas duas horas depois e com mais frieza, temos de ser sérios e de pensamento grande: a vitória de hoje é uma banalidade para um clube como o Sporting Clube de Portugal.»

JPT: «Viva Sá Pinto! E quem não salta é lampião (para não lhe chamar outra coisa, que o blog é colectivo).»

Tiago Cabral: «Não entendo as imagens que vi, de adeptos em euforia a festejar após o jogo. Sinceramente.»

Eu: «Onze palavras. Basta esta frase de onze palavras, adornada com o respectivo ponto de exclamação, para demonstrar, melhor do que qualquer discurso, por que motivo continuamos sem ganhar nada. Os nossos representantes nas tribunas do comentário futebolístico são os primeiros a disparar nos momentos cruciais contra os interesses do clube. Com este "fogo amigo" não precisamos de inimigos.»

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