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És a nossa Fé!

Não falam uns com os outros?

27 de Junho: Keizer, sobre a corrida ao título:

«Se o Sporting pode vencer o campeonato? Primeiro temos de ver o que acontece nesta janela de transferências e depois logo veremos.»

 

28 de Julho: Keizer, sobre Matheus Pereira:

«A ausência do Matheus Pereira não é uma questão para mim, mas sim para a direcção. Ele tem treinado connosco, mas não esteve aqui hoje.»

 

10 de Agosto: Keizer, sobre a pré-temporada:

«Tivemos jogadores que chegaram no final de Julho. A pré-época não correu bem.»

 

10 de Agosto: Keizer, sobre Bruno e Vietto:

«A melhor posição para ambos é a de 10, portanto fica mais difícil. Já tentámos alternar, mas tivemos bons e maus momentos.»

 

18 de Agosto: Keizer, sobre Slimani:

«Não sei ainda se será nesta altura o jogador certo para o Sporting.»

 

18 de Agosto: Keizer, sobre Bas Dost:

«Há uma semana, mais ou menos, começou a ser falada essa possibilidade nas notícias, perguntei ao presidente e ele disse que podia sair. Mas vamos esperar.»

 

18 de Agosto: Keizer, de novo sobre Dost:

«Pergunta-me de que avançado gosto? Gosto do Bas Dost.»

8 comentários

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    Pedro Correia 20.08.2019

    Nada de essencial se resolve por colocarmos mais um treinador na porta de saída.
    Faz agora um ano, sucedeu com Peseiro: opiniões sem fim de adeptos a exigirem o despedimento do único treinador que aceitou treinar o Sporting no rescaldo imediato do assalto a Alcochete e da debandada de nove jogadores.

    A saída dele (quando o Sporting ia a dois pontos do líder do campeonato) solucionou alguma coisa?
  • Sem imagem de perfil

    J. 20.08.2019

    Não há regra absoluta. Em 1999/2000 teríamos sido campeões se o Inácio não tivesse substituído o Materazzi? Provavelmente não. Na época passada, o Benfica teria sido campeão se o Bruno Lage não tivesse ocupado o lugar do Rui Vitória? Provavelmente não.

    Keizer é um treinador medíocre; corrijo: péssimo! Teria muito a aprender - se a isso se dispusesse! - com qualquer dos técnicos da formação dos principais clubes em Portugal quanto a processos de jogo. Quase um ano depois, contra equipas razoáveis nem um bloco baixíssimo à maneira de "equipa pequena" nos põe a cobro de sofrer golos ridículos. E que dizer de processos ofensivos em que o jogador que tem bola não sabe o que lhe fazer e os que não a têm não fazem a mais pálida ideia das movimentações que devem realizar para a receber/trocar?

    Dar mais tempo a Keizer é pura estultícia (ou crime de lesa-Sporting). Mas também a quem o escolheu. Frederico Varandas não dá uma única para a caixa. Tão impressionante quão deprimente.
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    Pedro Correia 20.08.2019


    Releia o seu parágrafo final. Há um ano, provavelmente, escreveu o mesmo sobre Peseiro. Estas caixas de comentários recordam esse tempo. Resultado: o homem foi corrido ao fim de quatro meses quando o Sporting ia a dois pontos do primeiro lugar.

    Valeu a pena?

    Por acaso agora o Sporting também segue a dois pontos do primeiro. Quer que a história se repita?
    Quem aceita treinar um clube que despede um técnico, em média, de nove em nove meses?

    Uma coisa é criticarmos os treinadores. Outra coisa é, ao mínimo desaire, exigirmos que sejam corridos.
    Vão dezassete em dez anos.

    Se as chicotadas psicológicas produzissem efeito, o Sporting era campeão oito vezes por década.
  • Sem imagem de perfil

    J. 20.08.2019

    Já tivemos esta conversa, Pedro. Deitei as mãos à cabeça e protestei vivamente quando o Sousa Cintra informou que o treinador seria o Peseiro. O histórico dele não aconselhava contratá-lo. As coisas tinham dado para o torto por todo o lado onde passara desde 2005. Depois disso, nem tanto.

    O meu ponto é que não devemos ajuizar em abstracto. Há substituições de treinadores - não gosto da expressão "chicotada psicológica" pela simples razão de que o que um bom técnico traz a uma equipa é muito mais do que simples "motivação" - a meio da época que produzem bons efeitos, como há outras que são pior a emenda que o soneto.

    Julgando concretamente o senhor Keizer (não por um desaire, mas pela incapacidade de imprimir na equipa uma ideia decente de jogo, seja a atacar, seja a defender), é um péssimo treinador. Um péssimo treinador não tem lugar no Sporting. Em que ano ou altura da época for. Não há que ter receio de despedir quando a incompetência se torna gritante.

    Acresce o seguinte. Pode ter a certeza de que não faltarão bons técnicos dispostos a treinar o Sporting na eventualidade do actual treinador sair. Por todas as razões e mais esta: não é difícil fazer boa figura no rescaldo de um consulado técnico de qualidade "abaixo de cão."

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    Pedro Correia 20.08.2019

    São todos péssimos treinadores, meu caro.
    Nem um, para amostra.
    Até Paulo Bento, o que treinador que mais troféus venceu no Sporting nas últimas décadas era "péssimo", segundo o que diziam e ainda dizem muitos adeptos.
    Não faltou no Sporting quem festejasse a saída dele, vai fazer dez anos.

    Você não gosta da expressão "chicotada psicológica". Eu também não gosto - nem da expressão nem da realidade.
    Pelo que las hay, lay hay. E no Sporting são imensas.
    Conhece alguma, no século XXI, que tenha dado certo?
    Eu não.

    Para nos situarmos, reproduzo a lista dos treinadores do Sporting neste novo milénio:
    1. Fernando Mendes (2000-2001) 2 meses
    2. Manuel Fernandes (2001) 5 meses
    3. Laszlo Bölöni (2001-2003) 2 anos
    4. Fernando Santos (2003-2004) 1 ano
    5. José Peseiro (2004-2005) 15 meses
    6. Paulo Bento (2005-2009) 4 anos
    7. Leonel Pontes (2009) 2 semanas
    8. Carlos Carvalhal (2009-2010) 6 meses
    9. Paulo Sérgio (2010-2011) 9 meses
    10. José Couceiro (2011) 4 meses
    11. Domingos Paciência (2011-2012) 7 meses
    12. Sá Pinto (2012) 8 meses
    13. Oceano Cruz (2012) 3 semanas
    14. Franky Vercauteren (2012-2013) 2 meses
    15. Jesualdo Ferreira (2013) 4 meses
    16. Leonardo Jardim (2013-2014) 1 ano
    17. Marco Silva (2014-2015) 1 ano
    18. Jorge Jesus (2015-2018) 3 anos
    19. José Peseiro (2018) 4 meses
    20. Marcel Keizer (2019- ) 9 meses, até agora

    Esta lista diz tudo: mais de um treinador por ano. Só três (Boloni, Bento e Jesus) estiveram mais de uma época.
    Em todo este tempo, com toda esta gente, só conquistámos um campeonato.
    .
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    J. 20.08.2019

    Não, não são todos péssimos. Há, no lote que identifica, bons treinadores, como há péssimos. Paulo Bento, a par de Leonardo Jardim, Marco Silva e Jorge Jesus são os melhores do conjunto. Repare que não incluo o Boloni. Quase inacreditável como, dispondo, na época 2001/02, de longe o melhor plantel da I Liga portuguesa andou quase até às últimas a deixar que o Boavista disputasse o título ao Sporting.

    Mesmo os bons treinadores podem não resultar ou estarem sujeitos a um desgaste que inevitavelmente os conduzirá à saída. Paulo Bento é um desses casos. Foi deixado à sua sorte a representar o Sporting perante todos e quaisquer problemas. Salvo umas declarações grandiloquentes, os dirigentes da época pouco o escudaram.

    Nunca a estabilidade é argumento para manter seja quem for seja em que lugar for. Dar tempo a treinadores, dirigentes e quaisquer outros protagonistas medíocres para mostrarem serviço tem como consequência apenas mais serviço medíocre, mais dano portanto.

    Keizer é péssimo, Varandas, além de ser um péssimo dirigente, tem a especial capacidade de expor o clube e portanto todos nós ao ridículo. O episódio do comunicado de hoje é apenas a última peça de um "conto" que não precisa de mais nenhum "ponto" para suscitar chacota - vide alguns dos últimos tweets do Rogério Casanova.

    Não se compare o incomparável. Pinto da Costa e Luís Filipe Vieira construíram organizações que se tornaram hegemónicas no futebol português à custa de práticas criminosas, mas são dois verdadeiros caudilhos. Varandas não é. É uma abécula, só isso.
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    Pedro Correia 20.08.2019

    Lamento, mas esta conversa não chega a lado nenhum.
    Estou farto desta retórica de café entre sportinguistas.
    Repetem hoje, palavra por palavra, o que diziam há um ano sobre Peseiro. Só o nome do treinador muda.

    Fala-me você em Bento. Se houve treinador contestado no Sporting, foi ele. Porque "só ficava em segundo" e só "promovia putos" - e afinal foi, em várias décadas, o que conquistou mais troféus.
    Fala-me no Marco Silva, que foi escorraçado pelo presidente à época logo após ter vencido uma Taça de Portugal. Com a esmagadora maioria dos adeptos a baterem palminhas, inventando-lhe alcunhas nas redes sociais. Até "macaquinho Marco" lhe chamavam, seguindo as pisadas do Carvalho, sempre "elegante"...

    Você é um exemplo vivo do que acabo de dizer.
    Vendo esta lista, não inclui Boloni entre os melhores treinadores das últimas duas décadas. Apesar de ter sido o último treinador campeão do Sporting.
    Deduzo, portanto, que se ele voltasse agora lá estaria você a exigir a demissão dele desde o primeiro dia.

    E andamos nisto há anos e anos.
    Não aponte a culpa a outros clubes. O maior inimigo do Sporting está dentro, não está fora.
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