Justiça azul
Por ordem médica, fui aconselhado a não ir a Alvalade ver o jogo de ontem, como já havia referido aqui. Ora como não sou assinante da TV Inácio fiquei às escuras quanto a ver o jogo em directo. Nem optei por escutar o relato, já que uma aplicação que tenho no telemóvel dá o resultado quase instantaneamente.
Portanto só mesmo no fim é que soube o resultado.
Contudo só à uma da manhã consegui ver (nem imagino qual o canal televisivo!!!) um resumo alargado do clássico de Alvalade.
Hoje de manhã, na praia, passei os olhos pelos principais diários desportivos, li diversas opiniões e fiquei a matutar em tudo o que absorvi sobre o jogo de ontem.
Foi com base neste apanhado de leituras que encontrei três aspectos que me levam a dar razão aos adeptos portistas quanto ao resultado de ontem à noite, a saber:
1 – Todos já percebemos que o FC Porto não está habituado a jogar 90 minutos contra onze jogadores. Por isso não consigo entender porque o árbitro da partida não expulsou um jogador leonino.
2 – A determinada altura há uma grande penalidade contra o FC Porto. Contra? Terá sido possível? Perante as imagens vistas de madrugada diria que se fosse o Taremi a sofrer aquele tipo de falta era penalty de certezinha absoluta. Creio mesmo que se marcaram diversas a favor do Porto por muuuuuuuuuuuuito menos. Mas Taremi era Taremi… Tinha direito a tudo e mais um par de botas;
3 – O discurso no fim do jogo do capitão portista Diogo Costa e do treinador Vitor Bruno, assumindo ambos que o Sporting fora um justo vencedor, não se parece nada com a filosofia barata e inflamada de um antigo treinador portista.
Face aos pontos precedentes diria que o Porto foi grandemente prejudicado no jogo de Alvalade. Seria bom que as entidades oficiais cuidassem mais do clube de AVB. Para que haja finalmente justiça no futebol azul.
