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És a nossa Fé!

Jamor?

Foi no final da época de 1993/1994 que vi, pela primeira vez, uma final da Taça de Portugal. O jogo foi contra o Porto, a mesma equipa que vamos defrontar amanhã. Empatámos a zero e teve de se realizar uma finalíssima (felizmente que alguém se lembrou de acabar com isso!). Na minha memória o estádio não estava cheio, sobretudo em comparação com a final a que assisti no final da época seguinte contra o Marítimo e que, felizmente, ganhámos. 

Desde 1993/1994 falhei apenas a final da época de 1995/1996, o jogo em que Rui Mendes caiu atingido por um very light, num dos mais tristes momentos do futebol português. 

Da última final, no ano passado, não guardo boas memórias. Não pelo resultado que, em muitas circunstâncias, pouco importava, mas antes devido a tudo o que se havia passado poucos dias antes e que deixou a larga maioria dos sportinguistas de rastos.

Este texto, porém, não é sobre as minhas memórias de finais de Taça de Portugal, é sobre o estádio. O Jamor, embora esteja num local aprazível, é um estádio sem quaisquer condições para receber encontros de futebol de grandes competições. Aliás, a avaliar pelas notícias saídas em diversos órgãos de comunicação social, a UEFA terá mesmo determinado que o estádio do Jamor não estaria apto para receber jogos europeus.

O estádio do Jamor é uma tragédia à espera de acontecer. Dentro do estádio e, principalmente, fora dele, todo o espaço revela fragilidades (falta de cobertura das bancadas, debilidades várias nos parques de estacionamento, condições deploráveis nas casas de banho, ausência de ligações adequadas a transportes públicos) que muito dificilmente podem ser superadas. Ademais, a lotação é claramente insuficiente para um jogo que atrai sempre dezenas de milhares de pessoas.

Por qualquer motivo que tenho dificuldade em compreender, existem, apesar de tudo, muitas pessoas que defendem a realização do jogo da final no Jamor. É difícil de entender, uma vez que nem a seleção nacional ali joga. O problema do Jamor só poderia ser resolvido com um investimento muito significativo no estádio e no lugar circundante que custaria certamente algumas centenas de milhões de euros, o que talvez não se justifique quando temos no nosso país três estádios ao nível do melhor que existe na Europa.

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