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És a nossa Fé!

Hoje giro eu - O jogo da mala

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Não, não me refiro ao jogo imortalizado pela "amiga Olga" (uma querida e respeitável senhora), mas é importante despertar. Terá soado o gongo? É pagar para perder? É pagar para ganhar? O que tem a dizer o Sindicato dos Jogadores sobre as denúncias dos atletas e pronta negação dos alegados corruptores? Quem são estes empresários/alegados intermediários e quem os regula? O que têm Liga e FPF a dizer sobre a prevenção disto? O que se está a passar no futebol português? Corrupção ou contra-informação? Eu pago para ver...

4 comentários

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    Pedro Azevedo 31.05.2018

    Sarin, se vir o primeiro capítulo do "Há vida para além do défice - Ideias" verificará que está lá a proposta para a criação de um código de ética que regule todos os agentes desportivos, com penalizações para os infractores, em sede de justiça desportiva, que podem ir da subtracção de pontos até à descida de divisão, para além de multas que efectivamente doam.

    De resto, nesta coisa da integridade estou como a Sarin, isto tem de ser visto de uma forma transversal aos clubes. E devem ser punidos todos os infractores, sejam eles do(s) clube(s) que forem. O que se suspeita, actualmente, é que com a introdução do vídeo-árbitro e melhorias da arbitragem em geral, um determinado sub-sistema se tenha movido para a procura de outras "soluções" e que haja uma "clientela" ávida de fazer negociatas à conta de jogadores e clubes.

    Isto só terá um fim quando o consumidor do futebol se organizar (numa Associação, por exemplo) e ameaçar boicotar a presença de público nos eventos desportivos caso não sejam criadas regras de prevenção pelos organismos a quem cabe a regulação. Sem isso, é óbvio que os reguladores desportivos não vão conseguir regenerar o futebol português e o Estado não se vai intrometer.
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    JHC 31.05.2018

    Um código de ética para agentes desportivos, como sugeriu, é o primeiro passo.
    Obrigará a uma alteração do actual dirigismo, se não de pessoas, pelo menos de actuação.
    Na minha opinião o G15, G10 ou G3 não contribuem para uma solução que vise um campeonato mais competitivo.
    Depois da decisão do Benfica em relação aos direitos televisivos há que encontrar formas de distribuição de dinheiro pelos clubes de forma a termos mais competitividade, estádios com melhores condições, clubes com mais recursos para atrair melhores jogadores.
    Olho sempre para o modelo inglês como exemplo bem sucedido.
    SL
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    Sarin 31.05.2018

    Os direitos televisivos foi matéria em que a Liga e a FPF poderiam ter tido mão desde o início, mas que caiu em cheio num processo de monopólio que inicialmente beneficiou quem o geriu, não os clubes,
    O actual modelo prejudica seriamente os pequenos clubes - pelos valores, pela frequência, pela visibilidade.
    O modelo inglês é a prova de que a gestão em comum permite a redistribuição e promove a equidade entre clubes.

    Mas não apenas no futebol. É importante que as medidas sejam transversais às modalidades profissionais - por estas e pela quebra de dependência da marca e do clube em relação ao futebol. A velha história dos ovos todos no mesmo cesto. Menos dependência = menos pressão = menos permeabilidade.
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