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És a nossa Fé!

Hoje giro eu - O Circo de Alvalade

Este clube parece um circo. Tem trapezistas, com ou sem rede, que ainda dão uma "perninha" na corda bamba, tem contorcionistas, especialistas na arte de escaparem entre os "pingos da chuva", tem ilusionistas, mestres em esconder a realidade, e inúmeros actos de palhaçadas. Muitas e muitas palhaçadas. E, depois, também tem leões, a força viva de qualquer circo. Deixados sonolentos, de forma a poderem ser melhor amestrados/adestrados. 

 

2 comentários

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    Pedro Azevedo 14.05.2018

    É por demais evidente que não me reconheço no que está a acontecer. Agora, eu tenho de dizer que só três treinadores na história do clube estiveram 3 épocas seguidas em Alvalade: Jesus, Paulo Bento e Joseph Szabo. Randolph Galloway foi treinador principal 1 ano e dividiu a liderança em outros 2 com Álvaro Cardoso e Fernando Vaz entrou no fim de uma época, fez dois anos seguidos e saiu no início da quarta época, só completando duas épocas. Também Leo e Marco chegaram ao final das épocas. Nenhum treinador viu o seu trabalho interrompido. À semelhança do que aconteceu com Filipe Soares Franco que só teve um treinador. José Eduardo Bettencourt teve 6 treinadores em dois anos e Godinho Lopes teve 5 em dois anos, também. Só por curiosidade, o consensual presidente João Rocha teve 19 (!) treinadores em 12 anos...

    Tenho para mim, e isto é um exercício especulativo mas é a minha opinião, que o presidente percebeu que algo não estava a correr bem na relação treinador/jogadores e tentou fazer algo. Foi pior a emenda que o soneto e portou-se como um elefante numa loja de porcelana. Eu já aqui tinha alertado os resultadistas que as coisas não estavam bem. Mas ganhávamos e isso encobria o problema. É o que dá olhar para os resultados e não analisar o processo.

    Dito isto: quanto aos jogadores, precisam de liderança. Se presentem fraqueza, saltam logo do barco. Tal como o treinador encontram razões para a desculpabilização dos seus próprios fracassos, Agora, a liderança não pode, nem deve, confundir autoridade com autoritarismo e transformar o Sporting num Big Brother,
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