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És a nossa Fé!

Futebol, presente e futuro próximo...

Não há muito tempo, fui crítico de Marcel Keizer, mas com esta série de vitórias, incluindo a passagem à final da taça de Portugal, o holandês merece o meu respeito e principalmente o direito de iniciar a próxima época, assumindo responsabilidade na planificação da pré-época e escolha do plantel, pormenores de grande importância. Não vale a pena estar sempre a recordar, pese embora nunca possamos esquecer, as atribulações com que iniciámos a presente temporada, que muito condicionaram a prestação da equipa quando o calendário apertou entre Outubro e Janeiro.

Qualquer plantel equilibrado precisa no mínimo dois jogadores para cada lugar, o Sporting até para colocar um onze equilibrado em campo apresenta lacunas, por exemplo, quando Mathieu esteve lesionado, o cenário piorou, sucederam-se os maus resultados.

Ao contrário de épocas anteriores, o mercado de Inverno foi bastante positivo, com as entradas de Borja, Doumbia, Ilori e Luiz Phellype, todos eles já utilizados em vários jogos, o que transmite confiança na competência da actual direcção do clube, mas a prova definitiva será o mercado de Verão, desde logo a forma como poderão lidar com potenciais ofertas por Bruno Fernandes, Bas Dost ou Marcos Acuña, a par da política de contratações. Frederico Varandas chamou a si a gestão do futebol, ficará obviamente associado ao resultado que vier a ser alcançado, não existindo para a próxima época qualquer desculpa quanto à não planificação da mesma.

Uma palavra sobre a formação, historicamente o Sporting é um clube formador, mas nos últimos anos a qualidade dos jogadores promovidos à equipa sénior está longe de épocas passadas, salvo algumas honrosas excepções, como Gelson Martins, o último grande talento da academia a alcançar rapidamente estatuto de titular indiscutível e internacional A. Outros tardam em conseguir impor a sua qualidade no Sporting ou mesmo nos clubes onde são colocados por empréstimo. Estranhamente alguns dos melhores como Tiago Djaló ou Demiral, foram desperdiçados, saindo por valor irrisório, situação que de futuro não pode voltar a ocorrer. Os atletas não são todos iguais, há quem faça a transição mais rapidamente que outros, sendo por isso fundamental uma política de acompanhamento aos nossos jovens, com especial cuidado na colocação por empréstimo e até mesmo quando os dispensamos, incluindo sempre que possível clausulas de recompra, algo que hoje em dia muitos clubes praticam, incluindo os nossos rivais.

O Sporting Clube de Portugal é um grande clube, com imensa massa adepta e milhares de sócios, não precisa inventar, mas praticar uma boa gestão, rigorosa, profissional, os resultados alcançados serão sempre um reflexo do trabalho e competência.

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