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És a nossa Fé!

Foi assim que vi a final da Taça

Estive de manhã pelo Jamor, e voltei depois de almoço por motivos de “tradição de almoço em dia de Final da Taça com pai, irmão e amigos”, mas o tempo que lá andei deu para sentir o ambiente. De manhã e até à hora do jogo a atmosfera era o de Jamor, o de dia de Final da Taça: piqueniques pela mata e estacionamentos, a fan zone animada, as pessoas a viver Sporting.

A entrada foi tranquila e já no estádio, os guarda-redes do Sporting vieram aquecer e foram aplaudidos, bem como o resto da equipa. Mas assim que o jogo começou, sentiu-se na bancada como estamos cada um para seu lado, com os seus pensamentos e amarguras. Uns mais esperançosos, outros mais frustrados e irritados, foi fácil identificar pela bancada quem sentia o quê depois de uma semana de pesadelos.

Não é difícil numa Final da Taça ter uma bancada inteira a cantar, mas desta vez não pegou por todo o estádio. Apatia geral, irritação por tudo e um par de botas, alguma esperança com o nosso golo, mas o lado do Aves foi o que se ouviu mais e melhor. E bem, não ponho isso sequer em causa.

Depois de Bas Dost acertar na trave e ser assobiado por isso (não entendo, juro que não), foi sempre a descer. Infelizmente os assobios sobrepõem-se a palma, e pareciam mais. Não se assobiam os jogadores do Sporting, sempre ouvi, mas isso mudou e muito. Continuo a não achar bem e custou-me não só assistir a isso como piorou quando vi as imagens de perto, de caras tristes e ar carregado da nossa equipa. Sim, nossa.

Foi uma Final triste, como tudo foi triste a semana passada. Estamos tristes, não há volta a dar.

Tenho lido as coisas mais inacreditáveis sobre jogadores e acontecimentos, e depois de ler a descrição que está hoje na Tribuna, ao pensar nos assobios e amuos porque “Nem nos agradecem estarmos cá”, só me pergunto: quem são os mimados afinal?

Menos, pessoas. Muito menos.

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