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És a nossa Fé!

Faz hoje um ano

 

Rescaldo do desafio da véspera, contra o Atlético de Madrid e do desatino de Bruno de Carvalho no Facebook, desancando os jogadores - e, nas entrelinhas, também o treinador Jorge Jesus. Uma atitude que caiu muito mal junto do plantel leonino, motivando no Instagram a resposta de Rui Patrício, capitão da equipa, em nome dos colegas:

«Somos Sporting Clube de Portugal, em nome do plantel, somos a informar o seguinte... Suamos, lutamos e honramos sempre a camisola que vestimos. (...) Não podemos pensar apenas no “Eu”, mas sim “Nós” e sempre na equipa, porque só assim poderemos vencer. (...) Por esta razão, em nome de todo o plantel do SCP, espelhamos neste texto o nosso desagrado, por vir a publico as declarações do nosso Presidente, após o jogo de ontem, no qual obtivemos um resultado que não queríamos…»

Na sequência desta posição, Bruno de Carvalho regressou ao Facebook para anunciar a suspensão de todos os jogadores que subscreveram o comunicado assinado por Rui Patrício (a larga maioria), chamando-lhes «meninos mimados» e jurando que iriam «enfrentar a disciplina do clube». 

 

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Nesse dia, 6 de Abril de 2018, foram publicados 23 postais aqui no blogue.

Não dá para transcrever todos, longe disso.

Ficam alguns excertos, por ordem cronológica de publicação.

 

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Escreveu o Edmundo Gonçalves:

«Nada contra um presidente adepto. Aliás, um presidente que não é adepto, que raio de presidente será? Há no entanto um pequeno pormenor, passe a redundância: o adepto que há no presidente durante o seu mandato presidencial está, para utilizar linguagem que se entenda, com os seus direitos suspensos. Com tudo o que isso implica. E tenho para mim que Bruno de Carvalho nunca perceberá isto, com muita pena minha e com enorme prejuízo para o clube.»

 

Escreveu o Tiago Cabral:

«Assim não, caro Presidente. A juntar a uma publicação que mina completamente o grupo de trabalho da equipa principal de futebol, efectuada minutos após o final do jogo em Madrid, juntou uma intervenção telefónica, em directo, num canal que é declarada e ostensivamente contra o Sporting. Isto não é lutar pelo Sporting, mas sim o contrário. Se não entender isto, nada mais está a fazer à frente do nosso clube.»

 

Escreveu o José Navarro de Andrade:

«Era mesmo disto que precisávamos agora. Entramos, portanto, no capítulo da gestão danosa.»

 

Escreveu o JPT:

«Um total absurdo. E o princípio do fim do consulado de BdC.»

 

Escreveu o Pedro Bello Moraes:

«Bruno de Carvalho é hoje a maior ameaça à grandeza, dignidade, hombridade, orgulho, estatuto e identidade do Sporting Clube de Portugal. Bruno de Carvalho é hoje o principal adversário do Sporting Clube de Portugal. Bruno de Carvalho tem de deixar de ser presidente do Sporting Clube de Portugal, já.»

 

Escreveu o João Távora:

«Acho que a tolerância para com Bruno de Carvalho tem de acabar. Depois de humilhar os sportinguistas que não se revêem no seu estilo sarjeta decidiu afrontar publicamente os jogadores que, compreende-se, não estão para aturar as suas alarvices. É tempo dos sócios resgatarem o seu clube.»

 

Escreveu o Francisco Vasconcelos:

«Tinhas tudo para ficar na história do clube e até não começaste mal, mas o teu ego e megalomania fizeram com que não percebesses o mais importante: nada nem ninguém está acima do Sporting. Parabéns. Um título ninguém te tira: és o campeão a dar tiros nos próprios pés.»

 

Escreveu o António de Almeida:

«Rui Patrício mostrou uma vez mais que é um verdadeiro líder dentro e fora do campo, capaz de unir a equipa nos momentos mais adversos. Lamentável que a instituição Sporting Clube de Portugal seja hoje dirigida por um arrivista desbragado, que utiliza o populismo e linguagem de sarjeta como armas, desprestigiando e denegrindo a imagem do nosso clube. A nossa história merecia mais.»

 

Escreveu o Pedro Azevedo:

«O presidente não é o provedor dos sócios, é o homem que dirige o clube, que foi eleito e é pago para resolver os problemas. Para encontrar soluções, não para ser, em si mesmo, um problema adicional.»

 

Escreveu o Filipe Arede Nunes:

«A questão que se coloca é a seguinte: quantas assinaturas é que são necessárias para convocar uma Assembleia Geral extraordinária?»

 

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