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És a nossa Fé!

Faz hoje um ano

 

Dia importante para o futebol leonino: acedíamos aos quartos-de-final da Liga Europa, sendo o único clube português ainda representado nas competições da UEFA.

A 15 de Março de 2018, éramos derrotados pelo Viktoria Plzen, na República Checa, por 2-1, mas um golo de Battaglia, já no prolongamento, ditou a nossa passagem à fase seguinte. Num jogo em que Bas Dost falhou um penálti mesmo no fim do tempo regulamentar. E em que Acuña, um dos piores em campo, se distinguiu por dois clamorosos falhanços, aos 49', em recargas sucessivas: primeiro acertou no poste, depois mandou-a para a bancada.

 

«Destaco os desempenhos de Rui Patrício (o melhor do Sporting), novamente decisivo ao impedir o golo checo numa excepcional defesa aos 107', Battaglia, que nos valeu a presença nos quartos de final com o golo marcado aos 105'+2, e Gelson Martins, sempre o elemento mais acutilante do nosso ataque, capaz de criar bons lances para a finalização de Bas Dost, como aconteceu aos 19' e aos 109' - infelizmente sem aproveitamento por parte do holandês, que hoje foi o rei dos perdulários», escrevi aqui logo após a transmissão do jogo.

Num texto em que critiquei Jorge Jesus por ter colocado Battaglia a lateral direito, posição de que o médio argentino só foi libertado aos 67', com a saída do inútil Petrovic, e avançar enfim para médio posicional. E também por «insistir em colocar Bryan Ruiz no onze, apesar da total falta de dinâmica do costarriquenho».

 

Também muito crítico foi o Pedro Azevedo, visando igualmente o jogador. 

Em parágrafos como este:

«Jorge Jesus foi o grande responsável pela exibição paupérrima, miserável mesmo, da equipa. Não há relva, frio ou pitons que justifique o sofrimento imposto a todos os adeptos leoninos. A equipa joga muito pouco e as individualidades, eventualmente, acabam por concretizar aquilo que deveria ser o colectivo a resolver. Onde está o futebol deslumbrante da primeira época de Jesus em Alvalade?»

E como este:

«Olho para a nossa equipa e não vejo organização ofensiva. Nesse aspecto, se calhar, o dedo do treinador é sobrestimado no futebol moderno até porque se fosse assim tão decisivo, então Álvaro Magalhães ainda hoje seria reconhecido como o melhor treinador português, ele que durante muitos anos teve meia-dúzia de argumentos ali à mão que superavam a concorrência. E não me refiro à capacidade de produzir vernáculo captado pelos microfones da televisão…»

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