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És a nossa Fé!

Este é mesmo "craque"

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Números de Diaby - em quem Marcel Keizer apostou como titular - no Sporting-Braga durante os 77 minutos em que permaneceu em campo:

- Zero remates à baliza;

- Zero assistências para golo;

- Zero passes decisivos;

- Só uma finta bem sucedida;

- Só um duelo ganho em dez;

- Só 40 toques na bola;

- 14 perdas de bola.

 

Fonte: Mais Futebol.

2 comentários

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    Pedro Correia 20.08.2019

    Meu caro,

    O problema do Sporting ultrapassa largamente a questão do treinador.
    É um problema muito mais vasto, estrutural.

    O Sporting tem sido um cemitério de treinadores e um necrotério de presidentes.
    Ao contrário dos clubes nossos rivais.

    Basta comparar.
    O FC Porto tem o mesmo presidente há 37 anos.
    O Benfica tem o mesmo presidente há 16 anos.
    Até o Braga tem o mesmo presidente também há 16 anos.

    Nos últimos 30 anos, o Sporting teve 11 presidentes.
    Só na última década, já vamos em cinco - à média de um a cada dois anos. Fora a Comissão de Gestão, que também conta para efeitos estatísticos.
    Também na última década, contabilizamos já 17 treinadores. Dezassete. Todos incompetentes? Claro que não, exceptuando talvez dois.

    Esta instabilidade contínua fala por si.
    O problema não está fora, o problema está dentro.
    Gastamos grande parte do nosso tempo e consumimos a nossa melhor energia anímica a combater alvos internos. Incapazes de cerrar fileiras perante ameaças externas.
    Ao contrário do que fazem os outros.
    Isto explica, em larguíssima medida, por que motivo apenas conseguimos ser duas vezes campeões nestes mesmos 30 anos.

    Depois do miserável assalto a Alcochete, o Sporting seria sempre um clube ainda mais dificilmente gerível. Pelo inevitável rombo financeiro, desportivo e reputacional que aquele acto infame nos causou.
    Não por acaso, nos meses seguintes, a CG recebeu recusas de muitos treinadores: apenas Peseiro aceitou assumir a função de técnico principal do futebol leonino.
    A recompensa? Quatro meses depois estava com os patins debaixo dos pés. Também ele sob "fogo amigo".

    Enquanto os sportinguistas não se convencerem de que todo o ciclo de gestão exige tempo - para reflectir, para amadurecer decisões, para ponderar prós e contras, às vezes até para respirar - não chegaremos a lado nenhum.
    Ficaremos apenas mais divididos, mais fracturados, mais irrelevantes. Em guerra permanente connosco próprios, como se este fosse o "título" que verdadeiramente ambicionamos: o "título" do esmagamento do adversário interno.

    Enquanto os outros seguem em frente.
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