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És a nossa Fé!

E esta m... é toda deles, olé

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Admito a extrema dificuldade que sinto para entender quem autorizou o Benfica a decorar desta forma o balneário a que teve acesso, durante curtas horas e no estatuto de equipa visitante, no Estádio de Alvalade. Assim de repente, parece coisa de "conquestadores" a chegarem a terras distantes que reclamavam para a coroa espanhola.

Mas este triste episódio tem o condão de revelar uma enorme verdade. "Somos um só Benfica" poderia passar muito bem por lema desta direcção que presta vassalagem ao poder instalado e se agacha tanto quanto possível for perante quem manda, sem se preocupar demasiado com as sucessivas derrotas frente ao eterno rival que já vai redecorando o estádio com a mesma eficiência com que inclina o pavilhão e dele retira alguns dos mais promissores atletas formados em Alvalade, ainda que o latente descalabro nas modalidades esteja a ser contido pelo querer de um grupo de jogadores e treinadores de compromisso e de eleição e pela aguerrida figura de Miguel Albuquerque. Tivesse o futebol tanta gente assim tão valorosa no relvado, no banco e nos gabinetes e outro galo cantaria...

Se o perdedorismo é uma das marcas de água da presidência de Frederico Varandas, o perdedorismo militante perante qualquer equipa do Benfica é o traço cultural dominante nestes tristes tempos. Urge reencontrar a vontade de vencer, a exigência que cada um deve ter para consigo próprio (em campo ou na bancada) e em relação a todos os outros que também estão com o leão.

Caso contrário, mais valerá dar carta branca aos benfiquistas para redecorarem tudo o resto.

2 comentários

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    Leão de Queluz 19.01.2020

    Venho aqui comentar o seu comentário e dizer que estou aí, desse lado. Não se pode mudar de presidente como se muda de camisa. Nem sequer votei em Varandas e neste blog fui muitas vezes "xingado" de "bruneco". Esta gravado.
    Como dizem os meus primos brasileiros :"brincadeira tem hora!" Não é este o tempo.
    Se o motivo são os flops, quantos presidentes teriam sido demitidos.
    Há um trabalho de base a concluir, reforçar as fundações e depois partir para ganhar campeonatos.
    Não se pode continuar a prometer um Sporting campeão do vento. O Sporting tem de regressar às origens, apoiado nos adeptos herdeiros dos construtores do velhinho Alvalade. Os vendilhões do templo tem de ser expulsos.
    SL
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