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És a nossa Fé!

É dia de jogo

O Sporting vai jogar, e eu vou lá estar, louco da cabeça... desta vez apenas em frente à TV.

Quase podia repetir o que escrevi na semana passada. A dificuldade do jogo, as más recordações do adversário e da Amoreira (do tal estádio "de muito vento" do tempo do Jesus), e muito em especial o que dizia do ataque móvel. "É isso que espero que aconteça: segurança defensiva, dois alas que passem rasteiro para a área em vez de centrar por alto, um Morita muito assertivo no passe em profundidade, um trio atacante muito móvel e sem cerimónias no remate, e Ugarte a segurar as pontas todas."

Contra o Chaves tivemos metade disso. A segurança defensiva desapareceu com a substituição ao intervalo, os alas bombeavam bolas, primeiro para um ponta de lança inexistente, depois para um desinspirado pinheiro. Morita entrou apenas para substituir um exausto e amarelado Ugarte, e a pontaria do trio que foi quarteto atacante foi nula.

 

Não é hoje, dia de jogo, que farei a análise do plantel depois do fecho do mercado, até porque não consigo mesmo perceber o que vai na cabeça de Amorim para o Sporting ter ido contratar mais um Tabata em vez dum Palhinha ou dum Slimani. 

Salta à vista de todos que esta equipa fica bem mais fraca sem a presença de Paulinho em tudo o que dá ao jogo, porque depois são todos "Braganças" lá na frente e falta altura nas bolas paradas defensivas e ofensivas. Quando estiver bem, é titular. Até porque não há outro.

Não estando bem, vamos voltar ao tal ataque móvel que pouco aprecio com jogadores muito iguais que jogam muito, marcam pouco, e cabecear não é com eles. A questão principal é onde joga Pedro Gonçalves: a médio, como contra o Chaves, a interior esquerdo ou a falso ponta de lança?

 

Para mim, deveria sempre jogar na posição em que foi o melhor marcador do campeonato. Até porque Rochinha, Edwards e Trincão (este particularmente) marcam muito pouco para as oportunidades que têm.

Nesse caso são precisos dois médios que distribuam tarefas e não obriguem Ugarte ao esgotamento. Com Morita e Ugarte mais lado a lado do que um atrás e outro à frente, teríamos um duplo pivot, que permitiria maior liberdade ao trio da frente.

É isto que espero que aconteça na Amoreira, e que o trio de defensores se mantenha de princípio ao fim do jogo, porque já se viu mais do que uma vez que mexer nisso facilmente conduz ao descalabro.

SL

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