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És a nossa Fé!

Devemos imitar Gelson Martins

Eles apostam tudo na desestabilização do Sporting. E alguns sportinguistas, para meu espanto, caem na esparrela. Em vez de se concentrarem no essencial, que passa por novas conquistas desportivas, estes sportinguistas andam entretidos no campeonato que não interessa: o campeonato das tricas e dos decibéis. Sem perceberem que estão no terreno onde eles nos querem confinar. Porque sabem muito bem que isso nos dispersa e fragiliza.

Só devemos travar os desafios que verdadeiramente importam - aqueles que nos permitirão ganhar novos troféus desportivos, continuar a valorizar atletas no mercado internacional e consolidar as nossas bases financeiras. Consumir tempo e recursos noutros planos e noutros palcos, dando protagonismo a personagens secundárias, equivale a perder o foco do essencial, desperdiçando energia anímica. As refregas verbais são passatempo de miúdos nos recreios escolares. E nunca a comunicação institucional de um clube como o Sporting deve ser contaminada por bravatas destinadas a alvejar gente menor. Não por ser uma manifestação de força, mas um sintoma de fraqueza.

Sun Tzu, mestre de todos os mestres da táctica, ensinava que um dos mandamentos para alcançar a vitória é recusar ceder às manobras alheias. Quando nos querem levar para um lado, vamos para o outro. No fundo, devemos imitar aquilo que Gelson Martins tão bem executa em campo: a finta de corpo para desposicionar adversários. Sempre com os olhos na baliza.

Na hora do balanço, só contam as que lá entram. O resto são bolhas de espuma: podem inchar muito, mas não tardam em dissolver-se. E delas não reza a história.

2 comentários

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    Miguel Borja Jiménez 08.10.2016

    "O que falta ao Sporting, e já faltou na última época, é alguém assim." - Leão de Queluz

    Não há jogadores assim. Ponto final.

    Ninguém anda a fazer há mais de 6 anos mais de 50 golos por temporada - e se não fossem as pontuais lesões e os problemas causados pelos treinadores e pelo presidente (RM), a média seria muito próxima dos 60 por temporada.

    Só o Messi tem (quase) estes números. Nem Neymar, nem Suarez, muito menos o Bale ou o Suarez. E estes, com o CR7 bem lá em cima, são os melhores.

    O Sporting tem um bom goleador (que não é o torce-botas que um certo comentador rasca Record disse).

    Se a equipa for mais a mais do que a menos, se o JJ fizer boas escolhas e mantiver a calma, pode perfeitamente acontecer que o Bas Dost marque acima dos 30 golos.

    A ver vamos.
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