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Correu quase tudo bem

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«Até ao jogo de terça-feira, em Budapeste, contra a Hungria, a selecção nacional só tinha vencido na estreia da prova por duas vezes: Inglaterra, por 3-2, no Euro 2000; Turquia, por 2-0, no Euro 2008. Desta vez, no Euro 2020, num duelo em que teve muito a desfavor - ambiente hostil e uma equipa superfensiva -, Portugal mostrou uma maturidade pouco habitual e o plano de jogo definido por Fernando Santos funcionou quase na perfeição.»

 

«Convém referir que, até defrontar os campeões europeus com quase 60 mil fervorosos adeptos no Puskás Arena, a Hungria somava 11 jogos consecutivos sem perder. (...) Não cedeu contra adversários da classe média-alta do futebol europeu: Rússia, Sérvia, Turquia, Islândia e Polónia.»

 

«Durante quase uma hora, Portugal dominou por completo a Hungria, que nunca conseguiu fazer mais do que meia dúzia de passes consecutivos. Até aos 50 minutos, quando Szalai começou a arriscar remates fora da área, Rui Patrício foi mais um espectador. Até então, Portugal teve uma mão-cheia de ocasiões de golo claras.»

 

«Contra uma equipa que nunca correu riscos e defendeu, quase sempre, com os 11 jogadores nos primeiros 40 metros à frente da baliza, Portugal mostrou maturidade ao ser paciente na procura do momento certo de encontrar os desequilíbrios que permitissem criar oportunidades. E conseguiu-o.»

 

«Olhando para as estatísticas da primeira jornada de todos os grupos do Euro 2020, apenas a Espanha (75%), que jogou em casa, conseguiu ter mais posse de bola do que Portugal (65%), mas, em Sevilha, a Suécia criou um par de oportunidades claras de golo, algo que a Hungria nunca conseguiu em Budapeste.»

 

Excertos de um artigo intitulado "O que correu bem na estreia de Portugal? Quase tudo". De David Andrade, no Público

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