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És a nossa Fé!

Como vencer o Benfica sem William e apesar da seca de Montero

O Sporting chega ao próximo jogo contra o Benfica com 4 partidas feitas esta época contra Porto (2) e Benfica (2).

Na 1ª volta, apontou-se à equipa de Leonardo Jardim a falta de rodagem frente a adversários mais fortes como um dos principais factores para não ter conseguido levar de vencida Porto ou Benfica.

15 jogos depois, o Sporting prepara-se para defrontar o Benfica com outro capital de experiência acumulada.

É verdade que o Sporting ainda não derrotou esta temporada Porto e Benfica. É verdade também que Leonardo Jardim, na sua jovem carreira de treinador, ainda não sabe o que é vencer Porto ou Benfica. Porém, não deixa de ser verdade que o Sporting já demonstrou esta época que tem futebol para derrotar qualquer um desses adversários.

É certo que, para além de dever jogar aquilo que sabe, convém à equipa, no próximo domingo, ter a sorte do jogo consigo. E é certo também que os jogadores têm de demonstrar em campo, e não pode ser de outro modo, aquela vontade ainda maior do que a do adversário em querer vencer o jogo.

Sobre este último aspecto – vontade extra –  cabe dizer que se houve algo especialmente revelador nestas últimas duas partidas frente a Arouca e Académica, por contraponto com os respectivos jogos da 1ª volta, foi o facto de que nos espera uma 2ª volta bem mais exigente do que a 1ª. Seja porque há adversários que estão com outras cautelas frente à nossa equipa, seja porque, e não há que desmentir, alguns jogadores importantes estão num momento de forma menos inspirado.

Ora, apesar dessas contingências, considero que é possível vencer o Benfica, ou qualquer outro adversário que jogue com o autocarro na sua área, desde que se queira deixar, realmente, tudo em campo.

Nos últimos dois jogos em Alvalade para o campeonato, contra Nacional e Académica, em que a equipa empatou 0-0, ficou a sensação, em várias partes de cada um desses jogos, de um certo conformismo da equipa. Uma atitude bem oposta à da equipa que, por exemplo, contra o Arouca ou o Alba, em que já vencendo por vários golos de vantagem, continuava a querer marcar mais, o que mereceu o elogio de todos.

É essa ambição que não pode desaparecer e que os jogadores não podem desleixar por um segundo. Apesar das bolas que não entram, ou da muralha instransponível que têm pela frente, os jogadores não podem desanimar, nem deixar para os instantes finais das partidas o sobressalto em querer marcar.

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