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És a nossa Fé!

Começa a época

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Começou a época. Mais do que nunca é caso para dizer "até que enfim!", tamanho o desatino passado. Há que reconstruir. Vi pouco (e mal) o jogo, num restaurante, pelo topo do olho. E será pouco significativo, o realmente relevante é ter sido o "primeiro dia da nossa vida".

Neste começo de 2018/19 apenas um apontamento, na sequência de críticas à constituição do plantel e aos percursos recentes dos jogadores. Houve uma séria ruptura entre jogadores e clube. Nove rescisões e uma outra, anunciada mas nunca cumprida. Após este malvado defeso o que se vê? Acuña afinal não rescindiu, Battaglia regressa (e estes tinham sido particularmente visados pela grupo avançado do esgoto claqueiro), Bas Dost regressa, Bruno regressa. Quem não regressa? Rui Patrício, William, Gelson, Podence, e, até ver, Rafael Leão (e Ruben Ribeiro, uma patetice de Jorge Jesus, e que presumo que ninguém se importe que vá jogar para a Ásia turca). Todos da formação. Ao mesmo tempo sai um punhado de jogadores também da casa (Geraldes, Domingos Duarte, Palhinha, como antes Tobias Figueiredo, etc.) como outros ainda virão a sair (estou certo que Mané não fará o ano no clube).

Cada um destes jogadores é um caso próprio, desde a expectativa de tentar outros campeonatos à tentativa de encontrar um rumo positivo à carreira. Mas há esta óbvia coincidência. Os jogadores que não regressaram ao clube são os que foram formados no clube; e os jovens (enfim, aos 23 anos um jogador de futebol não é um "jovem") da formação não ficam no clube. Há gente que vem dizer que a culpa é dos jogadores, da "falta de valores" e patacoadas dessas. Uma enxurrada destas mostra o óbvio: os jogadores da casa querem partir, os jogadores vindos de fora querem ficar. Isto mostra uma coisa óbvia: os da casa são pior tratados no clube do que os jogadores que chegam de fora. Não há como enganar, esta é a escancarada verdade.

Para um clube que se vangloria da sua "formação", da sua "academia" e que tem tantos constrangimentos financeiros, esta situação é completamente esquizofrénica. Muito se terá devido a estes últimos anos do projecto "Jesus", avesso a jovens da casa - Jesus merece muitos créditos, e acima de tudo pela forma heróica como sustentou o plantel sob o execrável Bruno de Carvalho e a sua turba de infectos adeptos. Mas o seu projecto no clube estava esgotado. Mas a situação não se reduz a isso, decerto que há muito para mudar na cultura organizacional do futebol profissional para evitar este desequilíbrio.

Vamos lá a ver se a saúde psicológica regressa ao clube. Sem presidentes demenciais, adeptos patológicos. E sem políticas esquizofrénicas de gestão de plantéis. Isto está tudo ligado.

 

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