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És a nossa Fé!

Caro Bruno Tabata,

IMG_20220213_095841.jpg

estive a ver alguns vídeos do pós jogo no Estádio do Dragão. Vi-o enquanto se manteve a longa distância (vídeo a partir das bancadas disponível no desportivo diário conhecido por ser muito sensível ao FCP), vi a relativa distância que guardou do aglomerado maior e enquanto caminhava, calmamente, na direcção do que veio a ser um foco de tensão no qual teve uma intervenção directa. O que vejo? Interviu com um movimento que procurou afastar um agressor de um colega seu. Exactamente assim: não tentou agredir alguém, realizou um movimento que permitiu retirar os dois braços, de um dirigente desportivo, do corpo do seu colega Gonçalo Inácio, mais concretamente, da área correspondente ao pescoço. Também não escapou à minha observação que o dirigente manteve os seus braços em cima do corpo de Gonçalo Inácio enquanto este era deslocado do espaço onde se deu o confronto inicial, sem evidenciar sinal visível de, expontaneamente, ou por intervenção daqueles que o acompanhavam, querer interromper a consumação das suas intenções. 

Para além daquilo que as leis da física explicam, gostaria de chamar a vossa atenção para  o momento capturado aos 1:41. Concentrem a vossa atenção na zona dos pés. O movimento que o corpo do dirigente  faz após intervenção de Bruno Tabata, e a queda para trás do dirigente portista. Que a "propulsão à retaguarda" não escape à vossa observação, ainda que precisem de concentrar a vossa atenção e rever os frames várias vezes.

Analise-se o comportamento de Bruno Tabata ao longo dos vídeos disponíveis e contextualize-se devidamente o sucedido: manteve um comportamento não provocador, evitou focos de tensão e quando agiu, fê-lo no sentido de pôr fim a uma agressão em curso, a um seu colega de equipa. O movimento realizado não visa infligir dor/sofrimento ao visado, menos ainda agiu, intencionalmente, de forma que pode representar a extinção da vida do seu interlocutor. Visou, sim, impedir a prossecução de uma agressão a uma zona especialmente crítica de qualquer animal, o pescoço.

Tabata, estamos cá para o que houver, esclarecidos quanto ao jogador que é e ao contexto alargado em que se verifica a sua expulsão.  

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