Bruno tem toda a razão. Basta lembrar qual foi a verba envolvida na transferência de Luís Figo do Barcelona para o Real Madrid: 60 milhões de euros. Nesse mesmo ano (2000), Figo - um dos mais talentosos jogadores saídos desde sempre da formação leonina - viria a ser galardoado com a Bola de Ouro.
Basta esta comparação para se perceber o impacto financeiro da transferência de Bruno para o Manchester United - a maior venda de sempre de um jogador na história do Sporting Clube de Portugal, superando o anterior recorde, registado na saída de João Mário, ocorrida três anos e cinco meses antes.
Reitero, portanto, o que aqui escrevi há dois dias: foi não apenas o melhor negócio possível para o Sporting mas o melhor negócio registado este ano, até agora, ao nível do futebol europeu e provavelmente demorará a ser superado, dadas as circunstâncias que bem sabemos. Saiu pelo melhor preço na altura certa. Mês e meio depois já não aconteceria. E ele estaria agora a desvalorizar-se dia a dia, semana após semana, fechado em casa.
Na minha opinião, a transferência de Bruno Fernandes envolveu montantes bastante razoáveis, podia ser melhor, mas também podia ser pior.
Mas esta transferência perde a razoabilidade aquando da de Rúben Amorim, ainda o corpo está quente.
Dissociar as duas é no mínimo estranho, não é possível separar uma banana de um iogurte depois de batidos pela varinha mágica, ou seja Jorge Mendes, o nosso Agente em Havana; a filha gastadora presumo que saiba quem será.
Também não compreendo a sua insistência na competência do negócio, ainda não se imaginava a desgraça futura. A sorte trabalha-se, penso que neste caso foi mais cair aos trambolhões, ainda bem, fico contente e sem inveja. Estou-me é a roer dela em relação ao meu filho: fomos à pesca, pescou o que eu não pesquei, trouxe(mos) uma carpa de 2.4 Kg mais uma de 400g (a minha). São para o almoço de amanhã, a minha mulher cozinha bem e não sou mau a amanhar.
Seguindo a sua linha de raciocínio, os de Manchester são uns incompetentes, veja lá os parvos cheios de pressa no negócio. O Dr Zenha também é da sua opinião
Até um relógio parado acerta as horas duas vezes ao dia ou uma, se estiver no modo digital am/pm, inclino-me mais para a segunda hipótese.
Você tem talento, sem dúvida. Não será grande pescador mas é melhor do que eu, nunca pesquei nada que se visse, ainda por cima ,todas as vezes que aceitei o convite dos pescadores da praia da Arrifana, Algarve, vomitava ate os fígados. No caso presente o Pedro tem razão. Foi sorte, claro . Dois meses depois em pleno Covid-19, com o panorama que se vive em Inglaterra, não haveria negócio . No caso Rúben Amorim, um treinador 100% vitorioso vale o seu peso em ouro. Boa Páscoa SL