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2018 em balanço (5)

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 DECEPÇÃO DO ANO: RAFAEL LEÃO

Era um dos jovens profissionais mais promissores do Sporting, merecia o carinho de sócios e simpatizantes, o treinador Jorge Jesus apostou nele fazendo-o alinhar em desafios importantes. Já tinha empolgado a massa adepta na estreia absoluta pela equipa principal ainda em 2017, marcando logo aí, na Taça de Portugal, frente ao Oleiros. Em Fevereiro de 2018, foi dele a assistência para o golo decisivo na nossa difícil vitória frente ao Tondela, por 2-1: progrediu com a bola controlada deixando três adversários para trás numa sequência de dribles antes de servir Gelson Martins no momento decisivo.

Mas o seu melhor momento vestido de verde e branco ocorreu em Março, no sempre difícil clássico do Dragão. Entrou em campo aos 43', devido a lesão de Doumbia, e marcou logo na primeira vez em que tocou na bola, aos 45'+1, com uma excelente mudança de velocidade, baralhando a marcação de Felipe e Dalot, e colocando muito bem a bola, que passou entre as pernas de Casillas, sem se atemorizar por ter pela frente um guarda-redes bicampeão da Europa e campeão mundial. Fazia assim o empate, gelando o público no Dragão.

Perdemos esse desafio, por 1-2. Mas Rafael Leão ganhou um lugar muito especial entre os sportinguistas. Infelizmente para ele, e também para nós, esse afeição só durou três meses. Em Junho, semanas após a invasão da Academia de Alcochete, o jovem avançado de 19 anos rescindiu unilateralmente com o Sporting, alegando justa causa apesar de não ter sido molestado directamente pelos agressores. Ao contrário do que viria a acontecer com Bas Dost, Battaglia e Bruno Fernandes, recusou regressar, mesmo perante a insistência de Sousa Cintra, que sucedeu a Bruno de Carvalho na presidência (interina) da SAD leonina. Também não foi possível ajustar um preço para a rescisão, por intransigência do jogador e dos seus representantes, contrariando o que aconteceu com Rui Patrício e William Carvalho.

O caso seguiu para litígio, aguardando sentença no Tribunal Arbitral do Desporto, e Rafael Leão começou a jogar no Lille, em França, onde até já marcou três golos. Mas o destino dele deixa-nos indiferentes: esteja onde estiver, agora é Leão só de apelido. Muito pouco - quase nada - para o que esperámos dele.

 

Decepção do ano em 2012: Elias

Decepção do ano em 2013: Bruma

Decepção do ano em 2014: Eric Dier

Decepção do ano em 2015: Carrillo

Decepção do ano em 2016: Elias

  Decepção do ano em 2017: Alan Ruiz

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