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És a nossa Fé!

Balanço (18)

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O que escrevemos aqui, durante a temporada, sobre ACUÑA:

 

Pedro Azevedo: «Cresceu muito no segundo tempo. Com o argentino em campo, o Rei Leão entoou "Acuña" (no original, Hakuna) Matata, que em dialecto suaíle significa "sem problemas".» (5 de Novembro)

Luís Lisboa: «Este plantel são seis magníficos (Mathieu, Coates, Acuña, Nani, Bas Dost e Bruno Fernandes), mais uns entre o bom e o razoável e uns tantos tremendamente insuficientes para as necessidades do Sporting.» (3 de Fevereiro)

Francisco Vasconcelos: «Nas alas, havendo Acuña é menos um problema; não havendo, é preciso encontrar alguém.» (8 de Março)

- Filipe Arede Nunes: «Bendita a hora em que alguém não quis pagar o valor que o clube pediu pela sua saída, porque, pese embora os excessos, Acuña é o género de jogador que mais gosto de ver envergar a camisola verde e branca. Para ele, mais vale quebrar do que torcer. E, dentro de campo, dá sempre tudo o que tem.» (14 de Abril)

Eu: «O melhor em campo. Mesmo amarelado logo aos 7', não se deixou condicionar, comandando todas as operações ofensivas do nosso flanco esquerdo apesar de ter alinhado desta vez como lateral. Revelou-se incansável durante toda a partida, criando constantes desequilíbrios. E dos pés dele saíram sucessivos cruzamentos perigosos, infelizmente desaproveitados. Chegou ao fim da partida certamente orgulhoso por ter feito outra assistência para golo e pelo bom desempenho uma vez mais evidenciado.» (19 de Abril)

Leonardo Ralha: «Bem o tentam posicionar a extremo, mas o destino empurra-o para lateral, mesmo que para isso seja preciso que o Sporting fique a jogar com dez. Seja como for, o argentino sem medo voltou a dar mostras que é ele e mais nove, sabendo gerir a impetuosidade – ainda que não tenha acabado o jogo sem ver um amarelo numa jogada em que foi agredido... – e tratando a bola por alcunhas belas e secretas, como no passe com que assistiu Luiz Phellype para o golo que permitiu sonhar com um triunfo que desafiaria as estatísticas. Deus livre Alvalade de o ver partir.» (19 de Maio)

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