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És a nossa Fé!

Até onde se pode cavar?

Soubemos hoje, pela voz do próprio presidente Frederico Varandas, que com Rúben Amorim vai esta direcção alterar o paradigma, no que concerne à gestão desportiva do futebol profissional. Isto é, com o quarto treinador esta época, estamos no início de Março, ficamos a saber que vai ser desta que o Sporting vai apostar na formação. Infelizmente recordo-me da última grande entrevista que Frederico Varandas deu, onde afirmou sem reservas que no presente e num futuro próximo, com excepção do guarda-redes Max, não havia mais nenhum jogador com qualidade suficiente para integrar no imediato a equipa principal do Sporting.

Não espanta a ninguém esta aparente contradição. É esperado deste presidente que diga uma coisa e o seu contrário. O que começou como uma evidente dificuldade de se expressar, falando de forma atabalhoada, com discursos ou frases sem sentido, uma terrível utilização da língua portuguesa, depressa se percebeu que não era apenas uma suposta dificuldade de expressão, mas sim uma total inépcia para o cargo para que foi eleito. Todas as suas intervenções públicas resultaram em episódios que nos deixaram a todos, por um lado, envergonhados, e pior, com a certeza do enorme erro cometido ao eleger tal personagem.

Hoje fomos informados que o novo treinador do Sporting valoriza os plantéis por onde passa em 30-40 milhões de euros. Frederico Varandas dixit. É estranho, por assim dizer, pois não me recordo do plantel do Casa Pia, onde Rúben Amorim estava há seis meses, ter esse valor. Sobre a sua experiência no Sporting Clube de Braga, não podemos aquilatar qual a sua importância na valorização do plantel, pois apenas participou em pouco mais de dez jogos como treinador principal. Temos pois um presidente que justifica ter investido mais de 10 milhões de euros na aquisição de um treinador, valor que corresponde a um dos maiores investimentos realizados por um clube a nível mundial, num pressuposto que apenas ele, e talvez o seu comparsa Hugo Viana, acreditam. Aliás, nem precisam de acreditar, o facto é que não há, nem haverá, qualquer justificação racional para o que fez hoje Frederico Varandas. O que fez Frederico Varandas foi o que melhor achou para dizer na patética apresentação de Rúben Amorim.

Quando achamos que batemos no fundo, há sempre um Frederico Varandas da vida que nos lembra que é sempre possível ir mais fundo. O problema é que o mais fundo representa o fim do nosso clube.

Mais uma pré-época preparada por esta direcção e seremos confrontados por uma suposta inevitabilidade: a venda da maioria do capital da Sad a um "investidor". Parece claro hoje que é este o objetivo. Por que por mais incompetente que Frederico Varandas seja, e é o de facto, ninguém pode ser assim tão inábil.

E no meio desta tempestade que devasta o nosso clube, Rogério Alves, presidente eleito da mesa da assembleia geral do Sporting, oferece-nos o seu silêncio conivente com a direcção do clube. Quando teria que ser Rogério Alves a defender os interesses do clube e dos seus sócios, pelo contrário, alia-se, com o seu silêncio, a um dos períodos mais negros da vida do nosso clube.

Peço, melhor, exijo, como sócio do Sporting Clube de Portugal, que o presidente da MAG, que me, nos, representa, que tome uma posição na defesa do nosso clube. Que acabe com esta destruição do clube e que rapidamente devolva o poder de decisão aos sócios, os únicos donos do clube.

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