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És a nossa Fé!

Armas e viscondes assinalados: Ai Jesus que lá foram eles

Tondela 2 - Sporting 1

Liga NOS - 16.ª Jornada

7 de Janeiro de 2019

 

Renan Ribeiro (3,0)

Sofreu dois golos, um dos quais com elevadíssima nota artística, mas a triste e amarga realidade é que o brasileiro fez três defesas que evitaram uma vergonha ainda maior ao Sporting.

 

Bruno Gaspar (1,5)

Novamente fraco a atacar e não raras vezes contemplativo a defender, como se viu no lance do primeiro golo, voltou àquilo que, infelizmente, aparenta ser o normal.

 

Coates (2,0)

Contribuiu de forma decisiva para o único e insuficiente golo leonino, tal como na época passada conquistara os três pontos em Tondela, quase ao 100.º minuto, num dos momentos mais felizes da doença senil do jorgejesuísmo chamada central a ponta de lança. Dito isto, esteve aquém do seu melhor a defender antes de ser cooptado para substituto de Bas Dost pelo desespero de Marcel Keizer. E também não se portou muito melhor enquanto ponta de lança.

 

Mathieu (2,0)

Poderia ter sido uma noite ainda pior se o golo que roubou a Montero fosse anulado por fora de jogo. À falta de um azar desse tamanho restaram-lhe uma série de maus cortes (numa jogada conseguiu fazer dois consecutivos que a olho nu pareciam assistências para o Tondela) e demonstrou uma notória incapacidade de travar os endiabrados avançados beirões.

 

Acuña (2,0)

Poderia ter sido uma noite ainda melhor se não tivesse conseguido ver o amarelo que o afasta da recepção ao FC Porto quando faltavam dois minutos para o apito final e a noite já estava pior do que estragada. Até então tentara cruzar, sem grande sucesso, ficando marcado pela forma como se limitou a testemunhar o primeiro golo do Tondela.

 

Gudelj (2,0)

Sacrificado logo ao intervalo, o sérvio teve como principal mérito não ter visto o cartão amarelo que o afastaria da recepção ao FC Porto. 

 

Wendel (2,5)

Alguns bons passes e cruzamentos não chegam para tornar positiva uma exibição em que nem a vantagem numérica permitiu maior desafogo nas operações no meio-campo.

 

Bruno Fernandes (2,5)

Faltou-lhe pontaria nos remates para furar a muralha defensiva e não foi tão esclarecido quanto habitual na condução do jogo, abusando de passes errados. Mesmo assim fez uma assistência  primorosa, a dezenas de metros de distância, que teria valido o empate se fosse recebida por alguém mais talentoso.

 

Nani (2,5)

Toques de classe sem consequências práticas foram o melhor resumo de uma exibição em que o momento mais relevante foi aquele em que contribuiu para que o Sporting tivesse mais um em campo durante 40 minutos, pois foi abalroado por Jaquité, expulso por acumulação de amarelos.

 

Raphinha (3,0)

Encarregou-se de ser a maior ameaça a Cláudio Ramos, forçando o guarda-redes a aplicar-se num trio de boas ocasiões. A ter havido conquista de pontos na Beira Alta certamente se deveria a ele.

 

Diaby (0,5)

Dizer que fica a dever três golos ao Sporting implica esquecer que não possui a técnica necessária para dominar o passe teleguiado de Bruno Fernandes. Mas nas outras duas ocasiões - uma bola que foi parar aos seus pés no coração da área, chutando-a para onde estava virado (infelizmente estava virado para o lado errado do poste mais distante...), e um cabeceamento calamitoso a um cruzamento tão perfeito que ainda assim deu para acertar nos ferros - veio ao de cima o défice de qualidade do avançado maliano, em má hora chamado a substituir Bas Dost.

 

Montero (2,5)

Entrou ao intervalo, regressado de lesão, e esteve a um passo de marcar numa tentativa de recarga a um grande remate de Raphinha. Acabou por conseguir dirigir a bola para a baliza num lance posterior, com um remate tão fraco quanto oportuno, que só não entra na sua contabilidade porque Mathieu entendeu por bem espoliá-lo.

 

André Pinto (-)

Foi colocado em campo num momento de desnorte em que o treinador achou boa ideia ter três defesas centrais na grande área contrária.

 

Marcel Keizer (1,0)

A derrota em Tondela começou logo na convocatória, pois sem Bas Dost e Jovane Cabral disponíveis impunha-se ter pelo menos mais uma opção de ataque, nomeadamente o reforço Luiz Phellype. Acabou por nem esgotar as substituições, o que se torna compreensível olhando para o banco, num jogo que o Sporting começou praticamente a perder e nunca converteu posse de bola em domínio, mesmo estando quase metade do tempo em superioridade numérica. Ai Jesus que lá se foi a lua de mel do treinador holandês com os adeptos e uma derrota no próximo sábado colocará o FC Porto a 11 pontos de distância do clube agora relegado para a quarta posição.

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