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És a nossa Fé!

Aparição de Jesus num jantar com Fé

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Foi mais um momento de alegre e descontraído convívio no sítio do costume - o café Império, em Lisboa. Onde não faltou a fé na conquista de novos troféus num futuro próximo, começando pelo campeonato nacional de futebol que nos foge há quase 14 anos.

O local é-nos tão familiar que já nem precisamos de espreitar a ementa. Vieram portanto bifes para todos, diferindo apenas na duração do contacto com a chama do fogão - houve quem os preferisse relativamente bem passados e quem os exigisse quase em sangue ("bife à vampiro", como o Edmundo Gonçalves os designou com notório bom humor, sem fobia da cor vermelha na hora de trincar).

Pois é. Já lá vão quatro anos. O aniversário do És a Nossa Fé ficou ontem assinalado à maneira neste bem-disposto jantar que à hora dos aperitivos estava monopolizado pelo tema futebol e quando se mastigavam as últimas batatas fritas tinha resvalado em larga medida para a política - o que se entende, uma vez sem exemplo, por ser dia de encerramento da campanha eleitoral para as presidenciais.

 

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Houve duas estreias à mesa: o João Caetano Dias e o Frederico Dias de Jesus participaram pela primeira vez num destes convívios. Vieram juntar-se a um vasto plantel onde pontuam duas estimadas Leoas: a Alda Telles e a Marta Spínola. O José da Xã veio munido da máquina fotográfica que perpetuou o evento em imagens. Autografei com todo o gosto um exemplar do meu livro a este amigo de longa data. E o José Navarro de Andrade fez o mesmo com um exemplar do seu romance, que lhe tem valido merecidos elogios.

O Rui Cerdeira Branco chegou de gravata, mas não tardou a retirá-la. O Eduardo Hilário desta vez veio sem ela, mantendo intacto o entusiasmo por Jorge Jesus - muito anterior à chegada do nosso treinador ao Sporting, como posso testemunhar.

 

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Lembrámos os tempos pioneiros do arranque deste blogue, marcados por um dos piores períodos da existência do nosso Sporting, felizmente já ultrapassados. Tempos que alguns de nós associámos inevitavelmente aos croquetes que entretanto tinham chegado à mesa e fomos empurrando goela abaixo com a ajuda de uma loiras esguias, bem fresquinhas. Havia uma garrafa de vinho, mas estava só a enfeitar a mesa. E quem optou por água ficou desta vez em minoria absoluta.

Alexandre Poço lançou para a mesa uma ideia prontamente acolhida por todos os comensais: vamos passar a assinalar, em série colectiva e rotativa, os melhores golos de sempre do Sporting - na perspectiva de cada um. Compete-lhe dar o pontapé de saída, num dos próximos dias. Esperamos que os nossos leitores gostem - e se associem à iniciativa lançando sugestões.

Eu gostei particularmente dos golos mencionados pelo Gabriel Santos, pelo Luciano Amaral e pelo Tiago Cabral. Mas não digo quais são para não estragar o suspense.

 

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Em suma, foi mais um excelente convívio. Em que a amizade ganhou por goleada - e nada é tão importante como isso.

Um convívio valorizado com a presença de Jorge Jesus, que se associou a nós via televisão, instalada no alto da parede, ao fundo da sala: enquanto o jantar decorria, o ecrã manteve-se sintonizado na Sporting TV, onde o técnico que tanto apreciamos ia proferindo em entrevista estas frases que anotei: "Trabalhamos de olhos fechados"; A minha perfeição vai ao pormenor"; "Slimani tem aquilo que Deus lhe deu".

Como havíamos nós de perder a Fé?

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