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És a nossa Fé!

Annus Horribillis

Ano decisivo na carreira de Ruben Amorim. Há uns meses juraríamos que meia Europa o queria, Manchester, PSG, etc. Hoje, parece mais um treinador português num barco que mete água, daqueles que prometeram muito, muito, muito, mas ao primeiro ciclo negativo foram engolidos pela terra e para sempre.

O que aconteceu? Não faço ideia, mas somo a falta de maturidade própria da sua idade à falta de sorte.

Quando somos mais velhos, e se tivermos lucidez, percebemos que muitas vezes  exigimos dos outros e das coisas o melhor e só o melhor, quando chegava e sobrava o suficiente. Quanto tinha a idade de Ruben se calhar só bebia whisky velho, hoje nem whisky bebo, mas se for Cutty Sark está ótimo.  

Mas parece-me que o principal do que está a acontecer é RA não estar a saber lidar com a falta da estrelinha. Estrelinha é o Porto estar a ganhar por um lance espetacular, mas raríssismo e ver o seu GR defender o penalty que podia virar o tabuleiro. Estrelinha é Messi e Nuno Mendes não jogarem e estrelinha maior é na (quase única) vez em que o SLB ataca em Paris, um defesa ter feito um penalty estúpido. Por favor, não me entendam mal, FCP e SLB mereceram sair com os resultados que saíram e jogaram muito bem. Mas sem a little star connosco de vez em quando, nada se consegue.

Estrelinha teve o Marselha, porque tanto Adán, como Esgaio, como Pote, tiveram lances estúpidos, próprios de escola secundária. Atrevo-me a dizer que deveriam ser multados (para que percebam que a concentração é sempre para estar a 100%). E estrelinha tivemos quando Matheus Nunes meteu aquele golo em Braga, que nos daria o título. 

Admitir que a estrelinha faz falta é prova de maturidade. Muito do fizemos na vida têm a sorte, o acaso ou a circunstância em lugar de destaque.

No pensamento de Ruben, e a bem do seu futuro, devem estar menos lugares comuns que denotam insegurança e uma certa juventude (do tipo defender os jogadores até à morte, como se fossem filhos) e mais compreensão da importância da estrelinha. E depois, ir à procura dela, claro está. 

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